"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... a vida é 'muito', para ser insignificante". Charles Chaplin.



quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Programa do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Palmitos entrevista Elivane Secchi

A Secretária de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT-SC, advogada e professora Elivane Secchi, também Coordenadora Regional do SINTE de Palmitos, foi entrevistada, hoje (14/02), por Jandir, no Programa do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Palmitos, da Rádio Entre Rios, de Palmitos. Elivane falou sobre a Reforma da Previdência:

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

CUT: Aumenta adesão à greve geral contra reforma da Previdência

Cresce em todo o Brasil a adesão à greve contra o fim da aposentadoria. Trabalhadores e trabalhadores CUTistas e de outras centrais estão mobilizando suas categorias a cruzarem os braços

(Texto: Marize Muniz – Foto: Edson Rimonatto/CUT)

Aumenta a adesão à greve nacional contra a reforma da Previdência que o ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP) quer aprovar a qualquer custo ainda este mês. Se for aprovada, a reforma acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros que terão dificuldades para cumprir as novas regras que Temer quer impor.
Depois de várias tentativas frustradas, a nova proposta do governo, que prevê aumento da idade mínima de concessão da aposentadoria para 62 anos, no caso das mulheres, e 65 anos para os homens, deve ser votada no dia 19, 20 ou 21 de fevereiro na Câmara dos Deputados, se a base aliada garantir os 308 votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional. “Não votaram até agora porque não têm votos. Os deputados estão com medo de aprovar essa proposta nefasta e não serem reeleitos”, disse o presidente da CUT, Vagner Freitas.
Segundo Vagner, a campanha “se votar, não volta”, feita sem recursos, que contou apenas com o trabalho incansável e determinação da militância e dos dirigentes que foram a aeroportos, as bases dos deputados e em todos os espaços públicos onde eles estiveram nos últimos meses fez mais efeito do que a montanha de dinheiro que o governo distribuiu e que as campanhas milionárias do Temer nas rádios e TVs. “Temos de aumentar ainda mais a pressão nos deputados. Quem aprovar o fim da aposentadoria pode vestir o pijama pois pra Brasília não volta. Nunca mais vai ser eleito”. Independentemente do dia em que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) colocar a proposta em votação, o dia 19 é dia de parar Brasil, disse Vagner.
Em todo o Brasil, as CUTs Estaduais já estavam organizadas e mobilizadas para lutar contra mais esse retrocesso. Muitas assembleias já foram feitas e atos marcados.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

SINTE/SC: Conselho reafirma que magistério deve paralisar dia 19 contra a Reforma da Previdência

O Conselho Deliberativo do SINTE, determinou ontem, 08/02, que a categoria do magistério precisa paralisar as atividades em todo o Estado contra a Reforma da Previdência. A decisão faz parte do plano de lutas para 2018, aprovado por unanimidade, que, assim que for totalmente informatizado, será divulgado.
As trabalhadoras e trabalhadores em educação serão muito prejudicados com a Reforma, que ataca a aposentadoria dos servidores. Portanto, a maior categoria do Estado de SC não pode se abster de participar ativamente do dia 19, Greve Geral Nacional.
O SINTE/SC orienta os trabalhadores que paralisem completamente as atividades nas escolas, e que participem de atos e mobilizações em suas cidades, pois somente com a unidade da classe trabalhadora será possível enterrar de vez essa reforma que retira direitos do povo brasileiro. Informe-se na sua Regional, em outras entidades sindicais e movimentos sociais e faça parte das atividades!

Dia 19/02, o magistério tem que parar contra a Reforma da Previdência!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Lideranças do SINTE/SC de todo o Estado se reúnem em Campos Novos

Às 14 horas de hoje (08/02), teve início a primeira reunião de 2018 do Conselho Deliberativo do SINTE/SC. O importante evento, que reúne lideranças do SINTE/SC, de todas as regiões do Estado, acontece hoje e amanhã, em Campos Novos. Da Regional do SINTE de Palmitos, participam do encontro, a Coordenadora Regional Elivane Secchi, Miriam Herbet, de São Carlos, Salete Sasso, de Caibi, e Maria Luiza Mayer, de Águas de Chapecó.
As lideranças debatem a seguinte pauta:
- Informes,
- Conjuntura,
- Plano de Lutas,
- Apresentação, discussão e votação do Relatório de Receitas e Despesas do ano de 2017 e Orçamento para 2018,
- Secretarias,
- Encaminhamentos.
- Outros.
 
 
 

Coordenador Estadual do SINTE/SC, Aldoir Kraemer, fala sobre os desafios de 2018:

Largo da Catedral de Florianópolis é palco para plenária em defesa da aposentadoria

Diversas faixas espalhadas reafirmavam “Não a Reforma da Previdência!”. A plenária popular teve o objetivo de esclarecer para a população os impactos do desmonte da previdência pública.

(Texto: Pricila Baade/CUT-SC)

O largo e as escadarias da Catedral no centro de Florianópolis foram ocupados, na última terça-feira (6), por pessoas preocupadas com o fim da aposentadoria. Diversas faixas espalhadas reafirmavam “Não a Reforma da Previdência!”. A plenária popular, chamada pelas centrais sindicais CUT, CTB, UGT, Intersindical, CSP Conlutas e o Fórum de Lutas em Defesa dos Direitos, teve o objetivo de esclarecer para a população os impactos do desmonte da previdência pública.
Na oportunidade, o técnico da subseção do Dieese da FECESC, Maurício Mulinari, trouxe dados que comprovam que os argumentos usados pelo Governo Temer para justificar a Reforma da Previdência são falsos: a previdência é superavitária e as novas regras não irão cortar privilégios, porque não mexem nas aposentadorias de quem realmente ganha muito, como o Judiciário e o alto escalão das Forças Armadas.
Maurício explicou que existem dois objetivos centrais por trás da Reforma da Previdência – garantir o assalto ao Estado promovido pela classe dominante brasileira e beneficiar os bancos, que irão lucrar bilhões com a previdência privada.  “A reforma não tem objetivo de garantir sustentabilidade para os aposentados, essa é uma grande mentira que o governo conta por meio de suas propagandas enganosas”.  O economista ressaltou ainda a agressão aos brasileiros que a reforma causa – rebaixando os valores das aposentadorias e impedindo que a classe mais baixa se aposente.
A presidenta da CUT-SC, Anna Julia Rodrigues, também participou da plenária e reafirmou a importância de fazer um grande dia de paralisação e mobilização no dia 19 de fevereiro “Para conseguirmos impedir que aprovem mais esse golpe contra a classe trabalhadora precisamos mostrar nossa força. Dia 19 é dia de luta contra a Reforma da Previdência”.

Executivo encaminha uma MP, dois projetos e 16 vetos à Alesc

Propostas aguardam formação das comissões para serem analisadas pelos deputados

(Texto: Marcelo Espinoza/ Foto: Solon Soares/Agência AL)

O Poder Executivo catarinense encaminhou nesta semana à Assembleia Legislativa as primeiras matérias de sua autoria no ano. Além da Medida Provisória (MP) 218/2017, que trata do Fundo Estadual de Apoio aos Hospitais Filantrópicos e Municipais, Hemosc e Cepon, já estão em tramitação na Casa dois projetos de lei, sendo um deles complementar (PLC).
Também foram encaminhadas 16 mensagens de veto. Todas as matérias estão em tramitação e serão analisadas pelos deputados assim que as comissões permanentes forem formadas, o que deve ocorrer até o dia 20 deste mês.
Os dois projetos de lei tratam do reajuste do salário mínimo estadual (PLC 1/2018), que tramita em regime de urgência, e de uma alteração no Estatuto do Magistério Público de Santa Catarina (PL 7/2018). Tal alteração, conforme a justificativa da matéria, visa apenas ao ajuste do estatuto a outra norma, a Lei Complementar 381/2007, que trata sobre o modelo de gestão e a estrutura organizacional da administração pública estadual.
Já as 16 mensagens de veto tratam de projetos que a Assembleia aprovou no fim do ano passado. São seis vetos parciais, como o abono de faltas de professores que participaram de paralisações e greves, e 10 totais, entre eles a proposta que restringia a realização de feiras itinerantes no Estado, conhecidas como feirinhas do Brás.
A MP 218/2017, por sua vez, editada em 28 de dezembro do ano passado, altera artigos de duas leis estaduais. Tais mudanças possibilitaram que o Executivo incluísse os recursos do fundo dos hospitais, criado pela Assembleia em 2016, na porcentagem mínima de 13% exigida pela Constituição Estadual para investimentos em saúde em 2017.