"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... a vida é 'muito', para ser insignificante". Charles Chaplin.



sexta-feira, 4 de maio de 2018

Será hoje à noite a inauguração da sede própria da Regional do SINTE de Palmitos

Será realizada, hoje (04/05) à noite, a inauguração da sede própria da Regional do SINTE de Palmitos. A sede própria da Regional está localizada na Rua Independência, nº 373, Edifício Ipanema, Sala B, centro de Palmitos. Após o ato inaugural, será servido café colonial.
Para participarem da solenidade, trabalhadores e trabalhadoras em educação, de todos os municípios que compõem a Regional do SINTE de Palmitos, estão sendo convidados/as, juntamente com lideranças da Executiva Estadual e das demais Regionais do SINTE/SC. Também, lideranças de outros sindicatos e movimentos sociais são convidadas, além de autoridades comprometidas com a luta em defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as em educação, e pela qualidade do ensino público.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Entrevista com o Secretário de Assuntos Educacionais e Culturais do SINTE/SC, Luiz Carlos Vieira:

SINTE se reúne com SED para tratar do edital dos ACTs 2018/19

O SINTE/SC esteve ontem, 26, reunido na Secretaria de Educação, com a Gerência de Pessoal, discutindo o Edital para o processo seletivo de ACT para o ano de 2018 e 2019 e fez algumas propostas para adequação do mesmo, entre as quais, podemos destacar a questão da reclassificação ou enquadramento dos Professores que encaminharem a sua nova habilitação até dezembro de 2019, para que possam fazer a escolha de suas aulas na sua disciplina habilitada, e na lista dos professores habilitados.
Outra proposição é para que a SED permita que o professor/candidato, possa se inscrever em até duas gerências e tenha assim condições de ter o maior número de aulas disponíveis na sua área. Também foi exigido pela entidade que essas vagas sejam divulgadas com até 48 horas de antecedência com relação à escolha, sendo assim, o professor poderá optar por ir ou não na chamada de determinada disciplina.
O edital também deverá considerar os não habilitados a partir da segunda fase de graduação, e isso deverá ser readequado também a chamada pública, sendo que o candidato poderá se inscrever para o processo seletivo em até duas áreas e duas disciplinas por área, pois irá facilitar a escolha de aulas numa mesma Unidade Escolar.
Com relação ao PCD - Professores com Deficiência, o edital deverá esclarecer o procedimento para que não ocorra problemas na hora da escolha e não fiquem a critério das gerências.
Outra exigência do SINTE é que não seja limitado o número de aulas por turno, desde que haja compatibilidade de horários, pois em algumas GEREDs os ACTs estão sendo proibidos de trabalhar em mais que 16 aulas por turno.
Para que ocorra uma maior transparência na escolha das vagas todas deverão passar pela escolha na GERED, seguindo a listagem de classificação onde o professor poderá optar em até três escolas.
Em alguns pontos levantados na primeira discussão para adequação do novo edital para 2019 e 20, a SED se afirmou que vai consultar o jurídico para que possa ter embasamento nas alterações, em outros, irá fazer o debate com o setor de Tecnologia para que possam adequar algumas mudanças reivindicadas no sistema.
Por fim, a Secretaria se comprometeu em conversar com o setor de ensino, e enviar uma minuta do edital mais preciso para o SINTE, que irá fazer uma nova avaliação e uma nova reunião com a SED.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Inauguração da sede própria da Regional do SINTE de Palmitos será dia 4 de maio

Será no próximo dia 4 de maio a inauguração da sede própria da Regional do SINTE de Palmitos. A participação no importante evento deve ser confirmada até dia 30/04. A sede própria da Regional está localizada na Rua Independência, nº 373, Edifício Ipanema, Sala B, centro de Palmitos.
O ato inaugural será realizado dia 4 de maio, às 19 horas. Após, será servido café colonial. Para participarem da solenidade, trabalhadores e trabalhadoras em educação, de todos os municípios que compõem a Regional do SINTE de Palmitos, são convidados/as, juntamente com lideranças da Executiva Estadual e das demais Regionais do SINTE/SC. Também, lideranças de outros sindicatos e movimentos sociais são convidadas, além de autoridades comprometidas com a luta em defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as em educação, e pela qualidade do ensino público. As presenças devem ser confirmadas, até a próxima segunda-feira (30/04).

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Não há o que comemorar nesse 1º de maio

Neste artigo, o coordenador da CUT Regional Sul, Edegar da Cunha Generoso, fala sobre os prejuízos que a classe trabalhadora teve com a Reforma Trabalhista.

(Artigo: Edegar da Cunha Generoso - Coordenador da CUT Regional Sul)

1º de Maio de 1886 – Chicago - Greve pela redução da jornada de trabalho. Perseguição, prisão e condenação de lideranças operárias, os chamados mártires de Chicago: Parsons, Engel, Spies e Fischer foram enforcados, um outro, Lingg, suicidou-se na prisão. Eles e toda a classe operária lutavam contra a superexploração capitalista, caracterizada pelo trabalho extenuante (jornadas que chegavam a 14 horas diárias), salários miseráveis e nenhuma garantia social e previdenciária. O que aconteceu em Chicago, ocorreria também em todos os países onde o processo de industrialização foi instalado: de um lado capitalistas que tinham toda a liberdade para explorar do jeito que bem entendessem os operários e do outro os trabalhadores que passaram a cooperar e a se organizar entre si para criarem os primeiros sindicatos e conquistarem as primeiras leis trabalhistas.
1º de Maio de 2018 – Brasil. A classe patronal comemora o maior retrocesso na legislação brasileira, são seis messes da implantação da chamada Reforma Trabalhista. Prometeram mais emprego, mais qualidade de vida, modernização das relações de trabalho. Embutidas e bem ocultas nas falas e promessas dos ideólogos patronais da Reforma: possibilidade da ampliação da jornada de trabalho para até 12 horas diárias, violenta redução de salário (por meio do contrato intermitente), enfraquecimento da representação sindical, proteção das empresas contra ações judiciais de seus empregados, gestante pode trabalhar em atividades insalubres, fim do pagamento das horas extras, fim do direito do trabalhador de ter a sua rescisão conferida pelo sindicato, fim do FGTS/férias/13º salário para os trabalhadores contratados como autônomos exclusivos, e etc. Estamos caminhando a passos céleres para o início do século XX. Para a classe empresarial brasileira, modernizar não tem a ver com futuro, tem a ver com o passado, com o tempo que as relações de trabalho não tinham norma regulamentar. Eles sonham olhando para trás.
1º de Maio de 2018 – Os trabalhadores brasileiros não têm o que comemorar. A herança de direitos dos que lutaram antes foi vilipendiada pela tirania capitalista. Cuspiram nos rostos dos trabalhadores e trabalhadoras, mentiram para eles e os puseram de joelhos. É hora de reerguer-se de sair da passividade e mostrar aos tiranos do capital, que o sangue vermelho da revolta corre em nossas veias e o que nos pertence, pertence também a nossos filhos e netos e por isso não pode ser roubado. Ninguém há de calar a Classe Trabalhadora! 1º de Maio não é dia de festa é dia de protesto!

terça-feira, 24 de abril de 2018

CNTE: Pressionado por entidades, MEC se compromete a manter o Parfor na modalidade presencial

Em audiência pública realizada na manhã desta terça-feira (24) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, parlamentares e representantes de entidades debateram a importância da continuidade do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor).
A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) explicou que o Ministério da Educação publicou, no início de 2018, diversos editais de formação mas não sinalizou se iria manter o Parfor - especialmente a modalidade presencial. "A exclusão do Plano revela o descaso desse governo com a formação dos professores", ressaltou a senadora na abertura da reunião.
A vice-presidente da CNTE, Marlei Fernandes de Carvalho, participou deste debate e manifestou tristeza e indignação com a ausência do Parfor que vem acompanhada do momento de rupturas: "Quero citar a reformulação do ensino médio, ainda não concluída, mas que afasta nossa juventude dessa etapa da formação; a Base Nacional Comum Curricular, e a emenda constitucional 95". Para Marli, interromper o Parfor seria descumprir a meta 16 do Plano Nacional de Educação que trata justamente da formação dos profissionais, um dos pilares da valorização do profissional da educação, junto a uma política de piso, carreira e condições de trabalho e saúde.

Resposta do MEC
O diretor de Formação de Professores da Educação Básica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, Carlos Lenuzza, esteve presente na audiência e garantiu que apesar do edital do Parfor não ter sido publicado no início do ano, haverá a continuidade do Plano. "Não vamos retirar um centavo do Parfor. Vamos manter esse programa. A portaria vai sair em maio deste ano e o edital está previsto para ser lançado no mês de junho, nas mesmas carcaterísticas que vem sendo implantado", assegurou Lenuzza.
A senadora Fátima Bezerra comemorou a decisão e destacou: "A CNTE está sempre presente na agenda de lutas em defesa da Educação Pública e hoje tivemos um resultado positivo. A mobilização que as entidades fizeram com que o MEC estivesse aqui hoje e o edital do Parfor será lançado, sem descaracterização do chamado Parfor presencial". Marlei Carvalho ressalta:"Vamos ampliar essa formação para os funcionários de escola. Esse governo vem retirando direitos mas nós vamos resistir, viva a educação do país!"
Também, participaram dessa audiência Iolanda Barbosa da Silva, representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); Josenilda Maués, coordenadora do Fórum Nacional dos Coordenadores do Parfor e João Alfredo Braida, presidente do Colégio de Pró-Reitores de Graduação das IFES - Cograd.

Sobre o Parfor
O Parfor foi criado em 2009, para adequar a formação dos professores da educação básica às exigências do decreto nº 6.755, que acabara de entrar em vigor. Até o final de 2016, o programa já havia formado 34.549 professores da educação básica e contava com 36.871 professores cursando uma licenciatura. Ele é oferecido em 3.282 municípios brasileiros, em 28.925 escolas e em 28 universidades públicas.