Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (SINTE/SC) - Regional de Palmitos
"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... a vida é 'muito', para ser insignificante". Charles Chaplin.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Coordenação do SINTE realiza Assembleia Regional em Palmitos
No
próximo dia três de agosto (segunda-feira), será realizada a Assembleia
Regional do SINTE de Palmitos. O importante encontro terá início às 19 horas,
no auditório da Educação, junto à Prefeitura de Palmitos, na Rua Independência,
nº 100.
Na
pauta, constam:
-
Avaliação da proposta do governo do Estado;
-
Encaminhamentos à Assembleia Estadual do SINTE/SC (dia 05/08, em Ituporanga);
-
Outros.
Divulgue e participe! Juntos, somos mais fortes!
terça-feira, 28 de julho de 2015
SINTE e governo se reúnem para mais uma mesa dia 30
O SINTE/SC, após avaliação da última mesa, na qual o governo levou uma proposta de estrutura de nova carreira, decidiu solicitar outro encontro de negociação, antes do dia 04, data que antecede a Assembleia Estadual, que o Estado havia confirmado como prazo final para entrega da proposta oficial, a fim de esclarecer pontos divergentes, bem como ter um melhor entendimento de algumas questões colocadas. O SINTE recebeu ofício hoje, 28/07, do Chefe de Gabinete Mauro Tessari, confirmando o encontro para dia 30/07, às 14 horas, na Secretaria de Educação.
Escute aqui entrevista com o Coordenador Estadual do SINTE, Luiz Carlos Vieira:
segunda-feira, 27 de julho de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Relatório da mesa de negociação – Dia 24/07
Os
representantes do SINTE/SC estiveram reunidos, hoje, com o Estado, em mais uma
mesa. O negociador do governo, Décio Vargas, apresentou uma proposta diferente
da trazida pelo SINTE, anteriormente, da mesma forma do que já havia sido
apresentado pelo governo. A proposta visa a descompactação da carreira. Para
isso, foi apresentada a estrutura da tabela.
Proposta
do governo para o novo plano de carreira: Descompactação da tabela salarial a
partir do nível II (licenciatura curta) Descompactação da tabela salarial a
partir do nível II (licenciatura curta), Manutenção do nível médio e
licenciatura curta na tabela salarial, Manutenção da vinculação do salário do
professor ACT à tabela salarial, Amplitude horizontal de 50% para o nível III
(licenciatura plena), Diferença de 50% entre os níveis de licenciatura plena e
médio (professor estável), Ampliação das possibilidades de avanço na carreira
com a criação de duas referências (H e I), Gratificação de 15% para professor
que atua nas séries iniciais e educação especial.
Comparativo
da Estrutura da tabela atual e nesta proposta.
Níveis:
De 12 para 6
Referências:
De 7 para 9
Dif.
graduação-médio* De 0% para 30%
Dif.
graduação-médio** De 0% para 50%
Dif.
especialização-médio: De 14,5% para 65%
Dif.
mestrado-médio: De 27,3% para 85%
Dif.
doutorado-médio: De 40,5% para 100%
Amplitude
da carreira: De 64% para 160%
Amplitude
horizontal graduação: De 9,8% para 50%
*Professor
efetivo em estágio probatório e ACT Habilitado
**Professor
efetivo estável
Avaliação
do SINTE/SC
Mesmo
mantendo o nível médio e licenciatura curta, a descompactação só inicia a partir
do nível 2. A alegação do governo é que, desde 2011, estes trabalhadores sempre
receberam integralmente o reajuste do Piso Nacional, o que levou a compactação
da tabela. Desta forma, os professores dos níveis 3 – plena, 4 pós, 4 mestres,
6 doutores tiveram reajustes menores. A nossa luta sempre foi pela aplicação do
Piso na Carreira.
A
manutenção da vinculação do salário do professor ACT à tabela salarial, uma das
pautas da greve, foi contemplada.
A
amplitude horizontal de 50% para o nível III (licenciatura plena) e a diferença
de 50% entre os níveis de licenciatura plena e médio (professor estável) estão
de acordo com a proposta do SINTE.
Quanto
à ampliação das possibilidades de progresso na carreira, com a criação de 2
referências H e I, para contemplar especialmente as profissionais da educação (mulheres),
também está de acordo com a reivindicação da categoria.
O
governo manteve a incorporação da regência de classe, ponto inegociável para a
categoria e a executiva do Sindicato. Por isso, ressaltamos que é necessária
discussão clara de todas as gratificações dos demais profissionais da educação.
Sobre
a afirmação do governo, que pretende iniciar o processo de descompactação da
tabela salarial, a partir de janeiro de 2016, até 2018, é necessário o
comprometimento do Estado, para que realmente aconteça esta descompactação,
dentro do prazo, tendo como referência o reajuste anual do Piso Nacional.
O
governo propôs a próxima mesa para o dia 04 de agosto. Porém, não há acordo com
o SINTE, pois queremos ter em nossas mãos as tabelas com percentuais, reajustes
e prazos claramente estabelecidos, para que possamos avaliar, com tempo de
apresentar e discutir com a categoria, na Assembleia Estadual do dia 05 de
agosto.
Tivemos
alguns pontos atendidos, mas existem muitas questões que não estão contemplando
a proposta encaminhada pelo SINTE ao governo. Portanto, a executiva está
encaminhando documento, apontando os pontos divergentes, dando, assim,
continuidade ao processo de negociação.
Governo apresenta desenho da nova carreira do magistério catarinense
(Texto:
Edinéia Rauta - Foto: Osvaldo Nocetti - ASCOM/SED)
O
coordenador executivo de Negociação e Relações Funcionais, Decio Vargas,
apresentou ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) na tarde desta
sexta-feira, 24, o novo desenho do plano de carreira do magistério público
estadual. O documento contempla as sugestões feitas pelo Sinte nas rodadas
anteriores e o aprimoramento da proposta do governo do Estado apresentada este
ano.
O
plano prevê a descompactação da tabela salarial a partir do nível II
(licenciatura curta); permanência do nível médio e licenciatura curta na tabela
salarial; manutenção da vinculação do salário do professor ACT à tabela
salarial; amplitude horizontal de 50% para o nível III (licenciatura plena);
diferença de 50% entre os níveis de licenciatura plena e médio (professor
estável); ampliação das possibilidades de avanço na carreira com a criação de
duas referências (H e I); gratificação de 15% para professor que atua nas
séries iniciais e educação especial e ingresso na última referência com 24
anos.
“Para
a implementação do novo Plano de Carreira é imprescindível fazer algumas ações
como a incorporação das gratificações de regência de classe e de atividade
especializada de magistério no percentual de 25%. Apresentamos a tabela de onde
queremos chegar e que garante ganhos entre 15 e 54% a todos os professores do
magistério catarinense”, afirma Vargas.
A
instabilidade do cenário econômico nacional e os limites de comprometimento da
receita corrente líquida (RCL) com despesas de pessoal estabelecidos pela Lei
de Responsabilidade Fiscal são fatores que diminuem a possibilidade de
implementação do plano ainda em 2015. De acordo com Vargas, outro ponto
preocupante por parte do governo do Estado é a incerteza quanto aos reajustes
futuros do piso nacional do magistério. “Precisamos trabalhar com previsões
possíveis de serem cumpridas até o final do atual mandato, já que o governador
Raimundo Colombo não quer deixar pendências para o próximo governo. Nosso
objetivo é promover o necessário ajuste da carreira do magistério público
catarinense por meio da descompactação da tabela salarial na medida do
possível”, explica.
O
governo do Estado está finalizando a análise do impacto financeiro do novo
plano de carreira, visando dar início ao processo de descompactação parcial da
tabela salarial a partir de 2016, projetando, até 2018, desembolso compatível
com a capacidade financeira do Tesouro do Estado. Os primeiros estudos preveem
o incremento de 8 bilhões na folha de pagamento do magistério em 5 anos. Na
próxima reunião agendada para terça-feira, 4, o governo irá apresentar as
tabelas de 2016 a 2018 com os valores do início da descompactação.
Plano de Carreira do Magistério
catarinense atual X novo:
|
Item
|
Situação Atual
|
Novo Plano
|
|
Níveis
|
12
|
6
|
|
Referências
|
7
|
9
|
|
Dif. Graduação médio*
|
0%
|
30%
|
|
Dif. Graduação médio**
|
0%
|
50%
|
|
Dif. Especialização médio
|
14,5%
|
65%
|
|
Dif. Mestrado médio
|
27,3%
|
85%
|
|
Dif. Doutorado médio
|
40,5%
|
100%
|
|
Amplitude da carreira
|
64%
|
160%
|
|
Amplitude horizontal graduação
|
9,8%
|
50%
|
*Professor efetivo em
estágio probatório e ACT habilitado
**Professor efetivo estável
quinta-feira, 23 de julho de 2015
SINTE se reúne com Gestão de Pessoal da SED para tratar de descontos e pagamentos incorretos
O
SINTE esteve reunido hoje, 23/07, com a SED, cobrando explicações sobre os
descontos indevidos do Imposto de Renda acima da alíquota normal do servidor, o
não pagamento do vale alimentação, pagamentos incorretos dos 50% do 13º salário
e licenças.
Desconto
Indevido do Imposto de renda: O desconto do Imposto de Renda Retido na Fonte –
IRRF -, conforme decisão judicial favorável ao SINTE em 2011, diz que o
desconto é por regime de competência, não de forma acumulada, ou seja, tem que
ser efetuado referente ao valor mensal da remuneração. Sendo assim, é
considerado indevido, quando o recolhimento se dá no total dos pagamentos em
atraso, ou seja, o trabalhador grevista que teve o seu desconto ressarcido na
sua totalidade, teve aumento da alíquota normal.
O
governo assumiu compromisso de fazer o estudo urgente com a COJUR –
Coordenadoria de Assuntos Jurídicos da SED -, e, após isso, o recálculo dos
descontos indevidos feitos na folha dos servidores. Portanto, ficou acordado
que será pago em folha suplementar o valor “a mais descontado”, na mesma data
do pagamento mensal normal (30/07), para que o servidor não tenha prejuízo.
Vale
alimentação: Quanto ao descontado de forma indevida, será pago na mesma folha
suplementar do IRRF. Além disso, os servidores que estão repondo no recesso de
julho já têm garantido, neste pagamento, o vale alimentação. Foi solicitado,
ainda, para que seja pago o mesmo nos sábados de reposição, e o governo está
fazendo estudo para ver a possibilidade deste pagamento, dentro da legislação
vigente. O SINTE defendeu o direito ao pagamento, tendo em vista que, no caso
de reposição, o sábado é dia útil.
Pagamento
dos 50% do 13º salário: É obrigatório o pagamento, por parte do Estado, dos
100% do 13º salário, até 20 de dezembro. Entretanto, vale ressaltar que o mesmo
é pago proporcionalmente aos dias trabalhados. Sendo assim, o trabalhador
grevista, que teve falta injustificada e que não recebeu corretamente, teve
seus valores descontados, por conta do sistema, que, automaticamente, fez tais
descontos. Este trabalhador irá receber a diferença, ou seja, os 100%, até a
data limite de 20 de dezembro.
Licenças:
Os professores que já assinaram o termo de compromisso, nos casos de licenças
gestantes e tratamento de saúde, terão suas questões resolvidas pontualmente. A
documentação deverá ser enviada diretamente à GERED, com uma nova proposta de
reposição. Os mesmos serão ressarcidos após a reposição.
Obs: Os demais casos também serão resolvidos
pontualmente. O trabalhador que tiver algum problema, no encaminhamento de sua
reposição, de forma administrativa, ou seja, no âmbito da unidade escolar, ou
GERED, deverá procurar o SINTE/SC.
Assinar:
Postagens (Atom)



