"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... a vida é 'muito', para ser insignificante". Charles Chaplin.



terça-feira, 11 de agosto de 2015

SINTE/SC já calculou os valores da Gratificação de Produtividade devida para professores que atuam nas APAEs

Prezados Professores da Fundação Catarinense de Educação Especial
O SINTE/SC, por meio da Ação Coletiva n. 064.10.023773-1, assegurou o direito dos professores efetivos que atuam nas APAEs de receber a Gratificação de Produtividade, criada pela Lei nº 13.763/2006. É bom lembrar que somente ganhavam esta gratificação, os servidores que exerciam as funções na sede da Fundação Catarinense de Educação Especial. Trata-se de uma vitória bastante importante para os servidores do Magistério Público que trabalham com a educação especial, porque possibilita um incremento significativo da remuneração.
Além disso, o SINTE/SC apresentou ao Poder Judiciário, a execução (cobrança) dos valores que não foram pagos desde o ano de 2006, referentes a TODOS os(as) professores (as) que atuam nas APAEs, e que foram representados na ação judicial. Agora, o magistrado apenas precisa determinar o pagamento por meio de precatório (quando superior a 40 salários mínimos), ou na forma de pequeno valor (quando inferior a 40 salários mínimos).
O montante individualizado já está disponível para consulta no Sindicato. Basta que o (a) professor (a) faça contato com a Coordenação Regional do SINTE, ou mesmo Coordenação Estadual, no telefone (48) 3222-7590, para obter as informações.
Para os (as) professores (as) que tiverem interesse de receber os valores retroativos, por meio da Ação Coletiva do SINTE/SC, devem ser encaminhados, com máxima urgência, os seguintes documentos:
a)      procuração individual de todos os interessados;
b)      pedido de assistência individual de todos os interessados;
c)      transcrição funcional completa.

            Por fim, reiteramos que uma categoria forte é construída por meio da luta, na defesa de seus direitos! E a Assessoria Jurídica do SINTE procura estar sempre firme e atuante, no amparo jurídico da categoria, nessa luta. Com votos de consideração e apreço, permanecemos.

Luiz Carlos Vieira
Coordenador Estadual

Marcelo Speck da Rosa
Secretário de Assuntos Jurídicos e Trabalhistas

Estudante, parabéns pelo seu dia!


Representantes do SINTE/SC participam da 2ª Plenária Intercongressual da CNTE

Cerca de 500 representantes de sindicatos de educação de todo o País estiveram reunidos na 2ª Plenária Intercongressual da CNTE, dias 07 e 08 de agosto, no Hotel Nacional, em Brasília, para discutir o Piso Salarial Profissional Nacional e as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira dos Profissionais da Educação Pública Escolar. O SINTE/SC esteve presente com 11 delegados.
Durante a abertura, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, enfatizou a luta da Confederação nesses 25 anos de unificação e destacou a necessidade de conquista do piso salarial e plano de carreira unificado.
“A proposta para o debate atende um desejo de 25 anos atrás, apresentado durante congresso, no estado de Sergipe. Nosso trabalho é trazer qualidade e valorização para os educadores. Com muito empenho, conquistamos o piso nacional do magistério e agora vamos unificar o piso e o plano de carreira para todos os profissionais em educação. Que nessa plenária possamos construir um documento completo para entregarmos às autoridades”.
Durante apresentação dos documentos de base, o secretário de Assuntos Educacionais da CNTE, Heleno Araújo, associou a realização desta Plenária com a conquista do PNE. “O debate nos leva a discutir um piso referenciado na lei do magistério, que, pelos cálculos da Confederação, coloca esse piso para o ano de 2015, no valor de 2.650 reais. Vamos debater o desenvolvimento da carreira com percentuais que valorizem a categoria, que mantenham os profissionais dentro da educação e que motivem a juventude a procurar essa profissão”.
Os representantes dos sindicatos de todo o país debateram e votaram as emendas realizadas no documento base da Plenária, discutidas nos grupos de trabalho. Temas como a destinação dos recursos do Pré-Sal e a carga horária de trabalho foram abordados.
A proposta da CNTE inclui professores e funcionários de escola e define um piso salarial, vinculado a um plano de cargos e carreira para todos. Pelos cálculos da Confederação Nacional dos Trabalhadores em educação (CNTE), o vencimento mínimo inicial de um trabalhador com formação de nível médio na escola, hoje, deveria ser 2.650 reais. O estudo – que define um valor 50% maior para educadores com formação de nível superior e estabelece a valorização no desenvolvimento da carreira, contemplando tempo de serviço e qualificação (a cada 3 anos, progressão de 6%; com a especialização mais 15%; com o mestrado 25%; e com o doutorado o salário sobe 35%) – foi aprovado por cerca de 500 professores e funcionários de escola de todo o Brasil, que estiveram na 2ª Plenária Intercongressual da CNTE, nos dias 7 e 8 de agosto, em Brasília, para discutir propostas de projetos de lei para o Piso Salarial Profissional Nacional e para as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira dos Profissionais da Educação Pública.
Os educadores também estão se mobilizando agora para derrubar o Projeto de Lei (PLS 131/2015) do senador José Serra (PSDB-SP), que revoga a participação obrigatória da Petrobras no modelo de exploração de partilha de produção de petróleo e compromete os investimentos em educação. Nesta terça, dia 11/8, um ato no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, vai contar com a participação de trabalhadores em educação e, ainda, de mulheres que vêm para a marcha das margaridas, marcada para o dia 12.
Leia aqui o manifesto que encerrou a 2ª Plenária Intercongressual da CNTE, nos dias 7 e 8 de agosto, em Brasília, que aprovou as propostas de projetos de lei para o Piso Salarial Profissional Nacional e para as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira dos Profissionais da Educação Pública:

Manifesto Plenária CNTE from regionalchapeco
(Fonte: Site CNTE)

sábado, 8 de agosto de 2015

2ª Plenária Intercongressual da CNTE discute Piso Salarial e Plano de Carreira

 

O SINTE/SC esteve representado, no importante evento.

Encerrou, agora há pouco, a 2ª Plenária Intercongressual da CNTE, no Hotel Nacional, em Brasília. Desde ontem, foram discutidos, com cerca de 500 representantes de Sindicatos de Educação de todo o País, o Piso Salarial Profissional Nacional e as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira dos Profissionais da Educação Pública Escolar.
Durante a abertura, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, enfatizou a luta da Confederação nesses 25 anos de unificação e destacou a necessidade de conquista do piso salarial e plano de carreira unificados. Leão destacou: "A proposta para o debate atende um desejo de 25 anos atrás, apresentado durante congresso, no Estado de Sergipe. Nosso trabalho é trazer qualidade e valorização para os educadores. Com muito empenho, conquistamos o piso nacional do magistério e agora vamos unificar o piso e o plano de carreira para todos os profissionais em educação. Que nessa plenária possamos construir um documento completo para entregarmos às autoridades".
A vice-presidente da Internacional da Educação na América Latina (IEAL), Fátima Silva, discorreu sobre o orgulho de lutar por um ensino de qualidade. "O nosso trabalho é melhorar cada dia mais a educação e fazer com que as metas do PNE sejam cumpridas. Hoje estamos desenhando os próximos anos desta confederação e resguardando o que construímos".
Marilene Betros, diretora executiva da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, destacou a importância da luta pela democracia. "Precisamos nos unir em defesa da Petrobras e do destino dos recursos da educação. Não podemos deixar o Plano Nacional de Educação ser uma letra morta. O PNE é uma conquista que institui a valorização dos educadores".
Para Antonio de Lisboa, secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Brasil vive um momento complexo em relação ao seu crescimento. "Ainda temos muito que melhorar na educação. Estamos passando por um processo delicado na situação do País, de profundo risco para a democracia. É nossa responsabilidade lutar pela manutenção dos direitos conquistados pelos trabalhadores".
Após a abertura, foi feita a leitura e aprovação do regimento da Plenária, sob a coordenação do presidente Roberto Leão, além de análise da conjuntura com o presidente da Confederação Sindical Internacional (CSI), João Felício.
“Não é possível resolver os problemas da educação com os professores lecionando na situação em que eles estão hoje. É desgastante participar de um processo educacional de uma escola sem infraestrutura adequada, que não consegue visualizar novos materiais para desenvolver um bom trabalho. A luta pelo piso profissional, não é simplesmente para que nossa categoria ganhe um salário melhor, mas para que tenhamos qualidade de ensino. Se não conseguirmos resolver os gravíssimos problemas da educação brasileira, o Brasil jamais será uma grande economia, jamais será um País em condições de competir internacionalmente, e jamais será um País democrático", destacou o presidente da CSI.
Durante apresentação dos documentos de base, o secretário de Assuntos Educacionais da CNTE, Heleno Araújo, associou a realização da Plenária com a conquista do PNE. Segundo ele, "o debate nos leva a discutir um piso referenciado na lei do magistério, que, pelos cálculos da Confederação, coloca esse piso para o ano de 2015, no valor de 2.650 reais. Vamos debater o desenvolvimento da carreira com percentuais que valorizem a categoria, que mantenham os profissionais dentro da educação e que motivem a juventude a procurar essa profissão".
Durante a tarde de ontem, foram formados grupos de trabalho, para debater as emendas dos projetos. Hoje, a programação continuou, com a plenária deliberativa.
 
 
 

SINTE Regional Palmitos: lutas e conquistas