"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... a vida é 'muito', para ser insignificante". Charles Chaplin.



sexta-feira, 13 de agosto de 2021

SED-SC não divulgou total de trabalhadoras e trabalhadores em educação que recebeu a segunda dose da vacina no Estado: Novo decreto determina regras para atividades presenciais em escolas e universidades

 

Veja o que determina o novo decreto em SC:

Um novo decreto publicado no Diário Oficial de Santa Catarina na última quarta-feira (11) determinou regras para atividades presenciais na educação básica, da educação profissional, do ensino superior nas redes pública e privada de ensino, durante a pandemia da Covid-19.
Conforme o Decreto, cada rede de ensino pública e privada definirá a estratégia para o atendimento presencial, considerando toda as medidas sanitárias em vigor e os seguintes parâmetros: 
- Uso obrigatória da máscara, conforme regulamentação específica, respeitados os limites de faixa etária e grupos específicos; 
- Distância mínima de 1,0m a 1,5m entre as pessoas em salas de aula, exceto nos demais espaços, principalmente de alimentação, onde deve ser mantida a distância de 1,5m entre as pessoas; - Ventilação natural dos ambientes; 
- Planejamento e o desenvolvimento das atividades presenciais do estabelecimento de ensino deverão estar em conformidade com a capacidade física de atendimento disponível.
Segundo o governo do Estado, para o retorno das atividades presenciais, o estudante que se enquadra no grupo de risco (Confira no fim da matéria as condições de risco determinadas pelo Estado) deve estar imunizado depois de 28 dias da dose única ou da segunda dose da vacina.
Os profissionais do grupo de risco ou que vivem com idosos e portadores de doença crônica, que já foram imunizados depois de 28 dias da dose única ou segunda dose, deverão a voltar para as atividades presenciais.
Além da vacina, o estabelecimento de ensino deverá realizar o monitoramento diário dos trabalhadores e estudantes que apresentarem sinais e sintomas gripas em todos os turnos.
Confira as condições de risco determinadas pelo Estado:
- Gestantes e puérperas; 
- Obesidade grave; 
- Asma; 
- Doença congênita ou rara ou genética ou autoimune; 
- Neoplasias; 
- Imunodeprimidos; 
- Hemoglobinopatia grave; 
- Doenças cardiovasculares; 
- Doenças neurológicas crônicas; 
- Diabetes mellitus.

Veja o que determina o novo decreto em SC:







(Com informações do Portal São Miguel do Oeste: http://www.portalsmo.com.br/noticias/3192/novo-decreto-determina-regras-para-atividades-presenciais-em-escolas-e-universidades)

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

É HOJE: A LUTA DO SINTE CONTINUA NA ALESC: CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA!

 

#SinteNaLuta
#LutarOuMorrerTrabalhando
#ContraReformaDaPrevidência
SINTE PALMITOS NO ATO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, NA FRENTE DA ALESC
Agora à tarde, deputados analisam e votam a reforma da Previdência, na Alesc. Impedidos de entrar no auditório da Assembleia, servidores realizam grande Ato Contra a Reforma da Previdência, na frente do prédio da Alesc. Enquanto professores aguardam reajuste de r$ 5 mil, o governo manda a polícia de choque atacar com spray de pimenta, no ATO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, na frente da Alesc! Os mesmos militares que não sofrerão os efeitos da reforma!


terça-feira, 3 de agosto de 2021

Reforma da Previdência de SC: Meu desabafo como professora aposentada

 

por Noili T. Rodrigues Kist, professora aposentada - SINTE Regional Palmitos

Eu, por 35 anos, dei meu sangue e minha luta pelo magistério catarinense. Nós, professores, nunca ganhamos nada de mãos beijada. Nossa classe sempre foi alvo de desprezo, pouco valorizada. Sempre que mexeram nos nossos direitos, foi necessário ir à luta, com manifestos, para garantir nossos direitos tão sofridos. Passamos a maior parte da nossa vida estudando, faculdade, nos especializando, fazendo cursos, e, por muitas vezes, deixando a família de lado, para cumprir as normas impostas, porém, fazendo com muito amor pelos nossos alunos, o qual não me arrependo, e faria tudo novamente.
Por 35 anos, foi descontado em folha o IPREV, para fundo de aposentadoria. Onde foi parar? Os professores sabem!!! Foi desviado!!! E hoje, sabem o que vai acontecer com os aposentados e pensionistas, com a reforma da previdência do senhor governador? Eu explico:
Os aposentados novamente pagarão contribuição previdenciária, mesmo com os direitos adquiridos. Tudo o que contribuí, durante todos esses anos, agora, com 60 anos de idade, ao invés de usufruir, torno a pagar. O que será que passa na cabeça e/ou visão do senhor governador? Mais uma vez, os professores sendo sacrificados cruelmente, para salvar o Estado?? E as demais classes que têm a remuneração 5 vezes maior por que não estão inclusas na reforma previdenciária?
Um pouco mais de informação: Conforme o dr. Marcos Palmeira, advogado da Assessoria Jurídica do SINTE-SC, “a remuneração dos aposentados e pensionistas vai sofrer uma alteração drástica, caso a reforma seja aprovada. A primeira questão, que é importante destacar, é que o projeto de lei complementar está propondo uma redução do teto da contribuição previdenciária para os aposentados. Hoje, pela regra atual, o aposentado paga apenas sobre o valor excedente ao regime geral de previdência social, ou seja, sobre o valor acima de seis mil reais, o que é a minoria. Com a proposta do governo do Estado,  esse valor de isenção cai assustadoramente e passa para r$ 1.100,00 ( hum mil e cem  reais), o valor do salário-mínimo. Muitos que estavam isentos, que ganhavam até o teto do regime geral da previdência, passarão a pagar novamente, com desconto de 14% na folha, modificação extremamente prejudicial para os aposentados e pensionistas”.
Será cobrado daqueles que ganham além de um salário-mínimo, ou seja, para aposentados e pensionistas. Com isso, teremos duplo prejuízo, o que representa uma grande redução na remuneração, pois já cumprimos com todos os nossos deveres para com o serviço público, enquanto estávamos na ativa. É isso mesmo!!! Se a refoma da previdência for aprovada,   aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário-mínimo terão 14% do excedente confiscado pelo IPREV. Isso não é justo! Consequentemente, os professores aposentados e pensionistas morrem lentamente, se for aprovado o termo proposto, perdendo os direitos adquiridos.  Isso é cruel demais!
Agora, está nas mãos dos senhores deputados, aos quais pedimos clemência, e que, conscientemente, votem contra, no dia 04 de agosto, quando acontece a votação em plenário, na Alesc, da reforma da previdência. Aos deputados da nossa região, um recadinho: Vocês têm o poder do voto! Vocês serão responsáveis pela nossa alegria, ou tristeza e decepção. Esse ano, são os senhores que votam, mas, no próximo, serão os professores, que não são poucos, e não têm memória curta, na hora de votar!!!  Fica a dica, com todo respeito!!!!

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Coordenação do SINTE de Palmitos cumpre agenda nas escolas dos municípios da Regional

 

A Coordenação Regional do SINTE de Palmitos está cumprindo, esta semana, intensa agenda, nas escolas dos municípios que compõem a Regional de Palmitos. O objetivo principal é chamar a categoria para participar da Assembleia Regional Virtual, amanhã (quinta-feira, dia 15), às 18 horas, via Google Meet (link será disponibilizado no dia da Assembleia). Conforme a Coordenadora Regional do SINTE de Palmitos, Miriam Zart Herbert, participarão da Assembleia: o Coordenador Estadual do SINTE/SC, Luiz Carlos Vieira, a Secretária de Trabalhadores em Educação Admitidos em Caráter Temporário (ACTs), Elivane Secchi, e o Secretário de Formação Política e Sindical, Aldoir José Kraemer. Constam na pauta da Assembleia: Reajuste salarial e Piso da Carreira, Reforma da Previdência, encaminhamentos.
A Coordenadora Regional destaca que "temos dialogado com trabalhadoras e trabalhadores em educação, esclarecendo sobre a proposta de reforma da Previdência, encaminhada pelo governo do Estado à Alesc. Também, temos analisado, junto com a categoria, o anúncio de reajuste de R$ 5 mil a todos os professores com 40h, onde há muitos questionamentos e reivindicações do SINTE", relata Miriam. A Coordenadora Regional reforça o chamamento de cada trabalhadora e trabalhador em educação da Regional, para que participe da importante Assembleia, via online.


terça-feira, 29 de junho de 2021

SINTE Regional Palmitos: As ‘maquiagens’ do piso de R$ 5 mil para professores, anunciado pelo governo do Estado

 

Recentemente, o governo do Estado utilizou as redes sociais, para anunciar piso salarial a todos os professores, no valor de R$ 5 mil, com pagamento retroativo em folha de junho/2021. A ‘propaganda’ causou euforia e desconfiança, entre grupos de professores.
O estranho nisso tudo é que o próprio governo catarinense ignorou a Lei Complementar Federal nº 173, de 27 de maio de 2020, que trata justamente sobre “a proibição de concessão de qualquer vantagem, aumento, reajuste, ou adequação de remuneração a servidores públicos, até 31 de dezembro de 2021”. A referida lei, que faz parte do “Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus SARS-CoV-2 (Covid-19)”, foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidência da República. Eis aí a primeira ‘maquiagem’ do governo de Santa Catarina: anunciou o impraticável. Logo após o anúncio, o Tribunal de Contas do Estado informou que “o STF deixou claro que as normas trazidas pela LC-173/2020 são momentâneas e excepcionais, e não afrontam o princípio constitucional da irredutibilidade remuneratória e nem o da manutenção do poder de compra da remuneração dos servidores públicos”. A partir disso, o governo do Estado silenciou a respeito, mas o intento ilusionista não parou por aí.
Tão logo integrantes do SINTE começaram a analisar com profundidade o anúncio do governo do Estado, outra ‘maquiagem’ foi descoberta. Nos cálculos salariais, em qualquer faixa profissional, só há ganho real, se o piso for adicionado ao Plano de Carreira do Magistério. Basta a professora, ou professor, fazer a “prova dos nove”, para concluir que, fora do Plano de Carreira, o piso (impraticável até o final de 2021) não acarreta aumento substancial. Por outro lado, vale lembrar que a categoria está, há cinco anos, sem reajuste salarial, o que também causa impacto na folha de pagamento. Por isso, o SINTE defende o piso na Carreira, para garantir real valorização salarial. A luta do Sindicato está focada neste sentido.
A Coordenação Regional do SINTE de Palmitos permanece mobilizada e atenta, debatendo sobre o assunto. O que não aceitamos é a tentativa do governo de Santa Catarina de ‘maquiar’ o anúncio de um piso ilusório para os professores! Piso na Carreira e respeito à categoria, sr. governador!

Coordenação Regional do SINTE de Palmitos

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Prêmio Educar: Coordenadora Regional do SINTE de Palmitos cumpre agenda nas Municipais

 

Durante esta semana, a Coordenadora Regional do SINTE de Palmitos, Miriam Zart Herbert, cumpriu agenda nas Coordenações Municipais de São Carlos, Águas de Chapecó, Caibi, Cunha Porã, Cunhataí, Mondaí e Riqueza. Relata a Coordenadora que “o objetivo da nossa ida às escolas foi entregarmos os recibos de quitação do Prêmio Educar, e recolhermos as assinaturas correspondentes, para professores e professoras que não receberam via correios”.
Na oportunidade, a professora Miriam apresentou informes do SINTE/SC, sobre ações do Sindicato, reforçando as bandeiras de luta. “Também, realizamos filiações, prova de que a categoria reconhece nosso trabalho de mobilização e luta, principalmente, neste período de pandemia, diante dos sérios problemas enfrentados”, destacou a Coordenadora Regional. Segundo ela, “a categoria está atenta e na luta do SINTE, em defesa dos direitos conquistados, da saúde e da vida, o que nos motiva a trabalharmos ainda mais, sempre esclarecendo dúvidas e lutando pela garantia de condições dignas de trabalho”.


sexta-feira, 28 de maio de 2021

Reflexão na pandemia: É preciso uma aldeia inteira

 

Recentemente, em Xanxerê, no oeste catarinense, houve denúncia que um menino de 11 anos estaria ostentando uma adaga (arma branca), em rede social, insinuando que poderia fazer algo contra a escola. O fato mobilizou PM, Conselho Tutelar, Delegacia de Polícia e Ministério Público. A arma foi recolhida, com autorização do pai do menino.

A reflexão é mais que oportuna: O que estamos fazendo, ou deixando de fazer, com as nossas crianças?

por Maria do Pilar Lacerda, professora de História, graduada em História, pela UFMG, com especialização em Gestão de Sistemas Educacionais, na PUC-Minas

É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança. Bastante ventilado nas comunidades educativas, o provérbio africano seria uma outra maneira de reverberar as palavras da filósofa alemã, Hannah Arendt, sobre a premência de responsabilização coletiva pela aprendizagem de crianças e adolescentes: “Relativamente à criança, a escola representa de certa forma o  mundo, ainda que o não seja verdadeiramente. Nessa etapa da educação, uma vez mais, os adultos são responsáveis pela criança. A sua responsabilidade, porém, não consiste tanto em zelar para que a criança cresça em boas condições, mas em assegurar aquilo que normalmente se designa por livre desenvolvimento das suas qualidades e características. De um ponto de vista geral e essencial, é essa a qualidade única que distingue cada ser humano de todos os outros, qualidade essa que faz com que ele não seja apenas mais um estrangeiro no mundo, mas alguma coisa que nunca antes tinha existido”.
Se pensarmos que a vida em família, a partir do século 20, ganha uma nova ordenação, pautada por demandas econômicas que absorvem a força de trabalho dos pais em período integral, veremos que essa necessidade de envolvimento de toda a comunidade na educação é cada vez mais urgente. Nesse sentido, a escola exerce um papel fundamental como agente educadora e elo entre crianças e adolescentes, sociedade e entorno. Em uma concepção formal, essa “dissolução” dos muros da escola exige a ampliação do olhar para os significados de educação e de aprendizagem. Qualquer pessoa é capaz de gerar e compartilhar saberes? É possível aprender em qualquer lugar ou situação? Ou a aquisição do conhecimento estaria restrita à sala de aula?
Antes de qualquer tentativa de resposta, é preciso esclarecer que essas interrogações não pretendem invalidar a importância da instituição escolar. Ao contrário, assim como Hannah Arendt, acreditamos que a escola deva ser um importante veículo de aquisição de conhecimento e inserção no mundo. Nos tempos atuais, o conteúdo clássico difundido no currículo escolar é o capital cultural e intelectual que servirá como passe social. Porém, a conformação da sala de aula como único espaço de aprendizagem já não basta para as demandas do século 21.
Em pauta em grande parte dos debates atuais sobre políticas públicas de educação, o conceito de educação integral propõe, exatamente, uma mudança de paradigma e a reconfiguração das noções de aprendizagem e de escola, sob a perspectiva de que o desenvolvimento integral acontece ao longo da vida, em dimensões diversas, promovido por todas as experiências educativas com as quais se entra em contato.
No entanto, de forma geral, a associação mais costumeira e imediata ao pensar em educação integral diz respeito ao tempo. Isso, talvez, tenha origem no fato de termos uma escola de tempo encurtado. No Brasil, a permanência diária do aluno na escola é de quatro horas contra o mínimo de seis horas em países europeus, por exemplo. Mas não basta ampliar a duração das aulas. É preciso planejar as possibilidades educativas para além do currículo básico, incluindo temas como direitos humanos, artes, desenvolvimento sustentável e cultura de paz. Nesse contexto, cabe falar de tempo, já que a formação integral exige um período maior de permanência na escola.
O percurso em direção a uma escola brasileira de tempo integral, calcada no conceito de educação integral, teve início, em 2008, com a implementação do Programa Mais Educação, pelo então ministro Fernando Haddad, durante o segundo mandato do presidente Lula. O último saldo do programa, de acordo com o Censo Escolar da Educação Básica de 2014, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep, foi o aumento expressivo do número de matrículas em educação integral, de alunos que permanecem sete horas por dia na escola, da ordem de 41,2%, o que significa um montante de 4,4 milhões de matrículas – no censo anterior, esse valor correspondia a 3,1 milhões.
Para estar em consonância com as metas definidas pelo Plano Nacional de Educação, o País terá que se empenhar no processo de adesão ao modelo. Segundo a Meta 6, até o ano de 2024, a educação em tempo integral deverá ser oferecida a, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica. A meta estabelece, ainda, “o desenvolvimento de atividades de acompanhamento pedagógico, experimentação e investigação científica, cultura e artes, esporte e lazer, cultura digital, educação econômica, comunicação e uso de mídias, meio ambiente, direitos humanos, práticas de prevenção aos agravos à saúde, promoção da saúde e da alimentação saudável, entre outras atividades”, que devem ser “desenvolvidas dentro do espaço escolar, de acordo com a disponibilidade da escola, ou fora dele, sob orientação pedagógica da escola, mediante o uso dos equipamentos públicos e o estabelecimento de parcerias com órgãos ou instituições locais”.
Nesse ponto, existe uma grande mudança de ponto de vista, com a abertura a novas proposições pedagógicas, a validação do espaço exterior à escola para a realização de atividades, e a possibilidade de parceria com instituições do entorno para a veiculação de conhecimento. Em resumo, a comunidade é chamada a atuar em conjunto com a escola, em espaços diversos do território. E é aí que a proposta educativa pode ganhar potência e materialidade.
A articulação entre escola, comunidade e território é uma oportunidade ímpar de aproximação do conteúdo do currículo básico à realidade dos estudantes. Ao trazer para o debate os saberes, fazeres, contradições, memórias, identidades e valores comunitários, a escola deixa clara a sua opção por uma perspectiva de ser humano total, integral.
Com todas as últimas mudanças na dinâmica política brasileira, cabe a todos a responsabilidade por cobrar a continuidade do projeto de formação integral de nossas crianças e jovens. É preciso garantir uma educação pública de qualidade, baseada nos princípios da equidade e de uma visão multidimensional, em que o foco seja a plena aprendizagem e o desenvolvimento de potenciais e vocações. Conforme disposto no segundo artigo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB: “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.