"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... a vida é 'muito', para ser insignificante". Charles Chaplin.



quinta-feira, 16 de maio de 2019

Encontro Jurídico do SINTE acontece na próxima terça (21/05) na Regional de Palmitos

Será realizado, na próxima terça-feira (21/05), na Regional do SINTE de Palmitos, o Encontro Jurídico do SINTE/SC. Estarão na Regional, a Assessoria Jurídica e a Secretaria de Aposentados e Assuntos Previdenciários do SINTE/SC.
A partir das 8h30, haverá atendimento jurídico individual, com agendamento pelos fones: 49 36470106 - 49 999573315 - 49 99998-3687. Ás 14 horas, será realizado Seminário Jurídico para Aposentados. O encerramento será às 17 horas, com coquetel.
Todas as atividades do dia 21/05 serão no auditório da sede do SINTE Palmitos, Rua Independência, nº 373, Edifício Ipanema, Sala B.

SINTE/SC: Greve Nacional da Educação reúne 30 mil manifestantes em Florianópolis

A Executiva Estadual e todas as Regionais do SINTE/SC estiveram representadas na Greve Nacional da Educação. Lideranças da Regional do SINTE de Palmitos participaram da mobilização em Chapecó.

Cerca de 2 milhões de pessoas aderiram aos protestos na Greve Nacional da Educação, convocada pela CNTE, em abril, contra a Reforma da Previdência e contra os cortes de verbas na educação nesta quarta-feira (15). Essa foi a primeira grande manifestação do povo brasileiro, realizada em todas as capitais e em centenas de municípios, contra os retrocessos do governo de Jair Bolsonaro (PSL).
A hashtag #TsunamiDaEducação ocupou o topo dos assuntos mais comentados do Twitter Brasil ao longo do dia. O termo dá a dimensão da mobilização que tomou conta das escolas, institutos federais, universidades, praças, ruas e avenidas das capitais de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal, além de centenas de cidades do interior do país.
Em Santa Catarina, cerca de 30 mil pessoas ocuparam as ruas de Florianópolis, dando um recado muito claro ao governo: não aceitaremos cortes na educação e nem o desmonte da aposentadoria. Os protestos aconteceram em mais 11 cidades catarinenses (Joinville, Itajaí, Blumenau, Camboriú, São Francisco do Sul, Lages, Criciúma, São Miguel do Oeste, Concórdia e Chapecó).
O SINTE/SC esteve na Coordenação das mobilizações pelo Estado, junto ao Fórum Estadual Popular de Educação, Centrais Sindicais, Movimento Estudantil Universitário e Secundarista, demais entidades sindicais e movimentos sociais. O recado ao governo foi dado: Não aceitaremos os cortes na educação e nem a reforma da previdência. As lideranças destacaram em suas falas que este é o começo da construção de uma grande greve geral da classe trabalhadora, que está marcada para o dia 14 de junho.

(Com informações da CNTE)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 14 de maio de 2019

SINTE/SC Alerta: SED envia ofício atacando o Magistério

Os ataques à educação continuam em ritmo acelerado

A Secretaria Estadual da Educação de SC (SED) enviou oficio às escolas, informando que os professores que aderirem à paralisação do dia 15/05 levarão falta, e terão o dia descontado. Uma pergunta cabe aos profissionais da educação: A ameaça vai surtir efeito? Vamos ficar calados diante desta situação absurda? 
O momento pede que todos/as chamem a comunidade, fechem as escolas e participem dos atos. Afinal estes ataques atingem Toda sociedade, como a eminência da aprovação da Reforma da Previdência.
São muitos os ataques contra a Educação, entre os quais destacamos: o movimento Escola sem Partido; a reforma do ensino médio; as terceirizações; o avanços na privatização de redes de ensino; o fechamento de escolas e de salas de aula; contratações de professores em regimes extremamente precários; a não realização de concursos públicos; os cortes de verbas anunciados pelo governo do presidente Jair Bolsonaro; a entrega das universidades e Institutos Federais à iniciativa privada.
Motivo para lutar não nos faltam. Não se intimide lute por seus direitos. Dia 15 todas e todos na luta!!

segunda-feira, 13 de maio de 2019

CNTE: Greve Nacional da Educação, rumo à greve geral da classe trabalhadora em 14 de junho!

Na próxima quarta-feira (15) acontecerá, em todo país, a primeira grande mobilização dos/as trabalhadores em educação e de toda a comunidade educacional contra as medidas absurdas do governo Bolsonaro, entre as quais se destacam:
- A proposta de reforma da Previdência altamente prejudicial para os mais pobres e para o magistério e trabalhadores/as rurais;
- Os sucessivos cortes nas políticas educacionais (ensino superior e educação básica) e a ameaça de acabar com a vinculação constitucional que assegura recursos para a educação (Fundeb e outras políticas);
- O patrulhamento ideológico nas universidades e a ofensiva da Lei da Mordaça (Escola sem Partido ou de Partido Único?);
- A perseguição ao pensamento crítico com enxugamento de verbas para os cursos de filosofia e sociologia nas universidades;
- O viés privatista e sectário que fomenta as políticas de vouchers e a educação domiciliar;
- A agressão à gestão democrática e à autonomia das escolas através da militarização escolar;
- A inoperância inescrupulosa do Ministério da Educação, que afeta a qualidade do atendimento público nas escolas, institutos federais e universidades;
- A revogação de inúmeros conselhos de acompanhamento social, impondo retrocessos à gestão democrática estatal;
- O ataque à organização sindical (MP 873) com o objetivo de enfraquecer a luta social contra esses desmandos praticados em pouco mais de quatro meses.
Além das pautas retrogradas na educação, várias outras ações governamentais têm colocado em risco a sociedade, o meio ambiente e o trabalho no Brasil, a exemplo do que segue abaixo:
- Decreto 9.685 revogou parte do Estatuto do Desarmamento para permitir o porte desmedido de armas de fogo por cidadãos comuns;
Projeto de Lei “Anticrime”, do ministro Sérgio Moro, pretende tornar inimputável a força policial contra cidadãos, sobretudo jovens e negros;
- Transferência da demarcação de terras indígenas da Funai para o Ministério da Agricultura, amplamente controlado pelo agronegócio;
- Degradação do meio ambiente com a ampliação do desmatamento e a liberação de defensivos agrícolas nas lavouras, com estímulo à caça e à comercialização da fauna e da flora;
- Fim do Ministério do Trabalho, tornando a classe trabalhadora ainda mais refém da ganância do capital;
- Revogação da política de ganho real do salário mínimo e suspensão de benefícios assistenciais e previdenciários que atingem os mais necessitados;
- Cortes na base de atendimento do programa Bolsa Família, medida iniciada ainda no governo Temer, entre tantas outras (des)medidas que visam aniquilar direitos e garantias assegurados na Constituição Federal.
O governo Bolsonaro, repudiado no Brasil e no mundo, não se cansa de impor retrocessos civilizatórios à Nação. Agride a democracia, estimula a violência contra mulheres, negros, indígenas e LGBT, frustra a perspectiva dos jovens de acessar a escola, a universidade e o trabalho decente, oprime os/as trabalhadores/as da cidade e do campo com normas que degradam as condições de trabalho e retiram o poder de compra das famílias, estimula a violência em vez de investir na paz social. Não é coincidência que nos primeiros meses de governo o feminicídio e a agressão a estudantes e trabalhadores em educação tenham se elevado no Brasil, com destaque para a chacina escolar em Suzano, para o professor esfaqueado em sala de aula em Formosa do Oeste (PR) e para o caso do docente Júlio César Barroso, morto com arma de fogo numa escola em Valparaíso de Goiás.
Trata-se de um governo reacionário, retrógrado e em constante disputa fraticida entre seus integrantes, o que o torna inoperante em certos aspectos e altamente injusto e perigoso em outros - com ameaça de declaração de guerra contra país vizinho, em total afronta à Constituição Federal que preconiza a autodeterminação dos povos.
Ao mesmo tempo, esse governo possui um banqueiro no comando da economia nacional com o único intuito de saquear as riquezas naturais, de privatizar as empresas estatais e os fundos públicos (Educação, Saúde e Previdência) e de explorar sem piedade a força de trabalho do povo. O senhor Paulo Guedes, dono do Banco Pactual e de outras empresas, inclusive no setor educacional, se mostra totalmente insensível e inepto para combater a escalada sem precedentes do desemprego no país. E, agora, junto com Bolsonaro, quer destruir a Previdência e a Assistência Social públicas por meio da PEC 6/2019. Não deixaremos!
No campo externo, a soberania do Brasil cai por terra diante da constante submissão aos desejos norte-americanos, inclusive de controle de parte do território nacional, das reservas naturais e do comércio externo, inviabilizando qualquer projeto de nação próspera, altiva, inclusiva e de boas relações com os diferentes países e civilizações. A discriminação ideológica que impera na educação também rege as relações internacionais do Brasil, que ressuscitou o macarthismo e impõe ideologias religiosas para selecionar parceiros externos, inclusive comerciais.
Por essas e outras razões, que cotidianamente afrontam a soberania nacional e os avanços conquistados a duras penas por nossa sociedade, a CNTE reforça a convocação de suas entidades filiadas para a Greve Nacional da Educação, no próximo dia 15 de maio, devendo ser articuladas outras adesões do campo educacional, social e sindical em todos os estados.

Juntos, vamos barrar a cólera desse governo anti-povo e anti-nação!

Por educação pública, gratuita, plural, laica, desmilitarizada, democrática, sem violência, de qualidade, integral, com profissionais valorizados e para todos/as!

Por um projeto de sociedade inclusivo, com emprego e renda para todos/as!

Pelo respeito à vida e à dignidade de todos/as!

Pela revogação da Emenda Constitucional 95 - PEC da Morte!

Contra a reforma da Previdência que retira direitos de quem mais precisa!

SINTE/SC: Greve Nacional da Educação - Confira os Atos já confirmados para 15 de maio (4ª feira)

Confira os atos e mobilizações que já estão marcados em Santa Catarina:

Florianópolis: O ato unificado na capital catarinense inicia com concentração às 15h, em frente a Catedral. Entre 16h e 17h iniciará uma grande marcha pela cidade, finalizando com um ato no TICEN.

São Miguel do Oeste: A concentração para o ato unificado acontecerá na Praça Belarmino Annoni a partir das 14h. Em seguida, uma caminhada seguirá até a praça municipal Walnir Bottaro Daniel.

Joinville: Ato às 15h, na Praça da Bandeira

Lages: concentração às 9h para panfletagem no calçadão Tulio Fiuza e ato às 15h

Camboriú: ato no IFC, às 10h

Chapecó: 
10h - Aula pública, na Praça Coronel Bertaso
16h - Aula pública, na Praça Coronel Bertaso e Gered
18h - Ato unificado na Praça Coronel Bertaso

Blumenau: ato unificado com concentração a partir das 14h30, na Praça do Teatro Carlos Gomes

Jaraguá do Sul: ato unificado no palco aberto ao lado do Museu da Paz, às 14h15.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

SINTE/SC: Greve Nacional da Educação em 15 de maio

Na próxima semana acontecerá, em todo país, a primeira grande mobilização dos/as trabalhadores em educação e de toda a comunidade educacional contra as medidas absurdas do governo Bolsonaro.
O SINTE/SC está mobilizando a categoria do magistério, e orienta as Regionais que façam atos em suas regiões e municípios, unificando a luta com as Universidades, estudantes e movimentos sociais.
Em Florianópolis, a concentração será às 15 horas, em frente à Catedral. Entre 16 e 17 horas, iniciará uma grande marcha pela cidade, finalizando com um ato no TICEN.
Estamos na luta contra o desmonte da Previdência e da Educação, confira a pauta:
• A proposta de reforma da Previdência altamente prejudicial para os mais pobres e para o magistério e trabalhadores/as rurais;
• Os sucessivos cortes nas políticas educacionais (ensino superior e educação básica) e a ameaça de acabar com a vinculação constitucional que assegura recursos para a educação (Fundeb e outras políticas);
• O patrulhamento ideológico nas universidades e a ofensiva da Lei da Mordaça (Escola sem Partido ou de Partido Único?);
• A perseguição ao pensamento crítico com enxugamento de verbas para os cursos de filosofia e sociologia nas universidades;
• O viés privatista e sectário que fomenta as políticas de vouchers e a educação domiciliar;
• A agressão à gestão democrática e à autonomia das escolas através da militarização escolar;
• A inoperância inescrupulosa do Ministério da Educação, que afeta a qualidade do atendimento público nas escolas, institutos federais e universidades;

• A revogação de inúmeros conselhos de acompanhamento social, impondo retrocessos à gestão democrática estatal;
• O ataque à organização sindical (MP 873) com o objetivo de enfraquecer a luta social contra esses desmandos praticados em pouco mais de quatro meses.

Além das pautas retrogradas na educação, várias outras ações governamentais têm colocado em risco a sociedade, o meio ambiente e o trabalho no Brasil, a exemplo do que segue abaixo:
• Decreto 9.685 revogou parte do Estatuto do Desarmamento para permitir o porte desmedido de armas de fogo por cidadãos comuns;
• Projeto de Lei “Anticrime”, do ministro Sérgio Moro, pretende tornar inimputável a força policial contra cidadãos, sobretudo jovens e negros;
• Transferência da demarcação de terras indígenas da Funai para o Ministério da Agricultura, amplamente controlado pelo agronegócio;
• Degradação do meio ambiente com a ampliação do desmatamento e a liberação de defensivos agrícolas nas lavouras, com estímulo à caça e à comercialização da fauna e da flora;
• Fim do Ministério do Trabalho, tornando a classe trabalhadora ainda mais refém da ganância do capital;
• Revogação da política de ganho real do salário mínimo e suspensão de benefícios assistenciais e previdenciários que atingem os mais necessitados;
• Cortes na base de atendimento do programa Bolsa Família, medida iniciada ainda no governo Temer, entre tantas outras (des)medidas que visam aniquilar direitos e garantias assegurados na Constituição Federal.

CONVOCAMOS AS TRABALHADORAS E TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO, PAIS E ESTUDANTES, PARA, JUNTOS, IRMOS ÀS RUAS E LUTARMOS POR UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA, DE QUALIDADE, PLURAL E LAICA PARA TODAS E TODOS!

Secretário de Assuntos Educacionais e Culturais do SINTE/SC, Luiz Carlos Vieira, convoca categoria à Greve Nacional, no próximo dia 15: