"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... a vida é 'muito', para ser insignificante". Charles Chaplin.



sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Amanhã (27/10) tem mais uma etapa do Curso de Formação SINTE/CNTE/UFFS

Amanhã (27/10), será realizada mais uma etapa do Curso de Formação SINTE/CNTE/UFFS, em sete Regionais do SINTE/SC. As Regionais de São Miguel do Oeste e Blumenau realizarão, durante todo o sábado, dois Eixos do Programa de Formação de Profissionais da Educação Básica de Santa Catarina e Desafios Contemporâneos 2018 SINTE/CNTE/UFFS.
Na Regional de São Miguel do Oeste, serão estudados o Eixo I, Módulo 03 (Como Funciona a Sociedade do Capital?), que terá Nelso Lolatto como ministrante, e o Eixo III, Módulo 03 (Gestão Democrática e Relações de Trabalho), Fascículo 04 (Sistema Democrático de Relação do Trabalho), com o ministrante Cleiton Rocha.
Na Regional de Concórdia, será abordado o Eixo II, Módulo 03 (Análise de Conjuntura: A Educação Básica em Debate), Fascículo 03 (Como Fazer Análise de Conjuntura), tendo Antônio Luiz Miranda como ministrante.
Na Regional de Joaçaba, a etapa terá o Eixo III, Módulo 03 (Gestão Democrática e Relações de Trabalho), Fascículo 04 (Sistema Democrático de Relação do Trabalho), com o ministrante José Álvaro Cardoso.
Na Regional de Rio do Sul (Ibirama), estará em destaque o Eixo II, Módulo 03 (Análise de Conjuntura: A Educação Básica em Debate), Fascículo 03 (Como Fazer Análise de Conjuntura), com o ministrante Emilio Genari.
Na Regional de Lages, o estudo será concentrado no Eixo III, Módulo 03 (Gestão Democrática e Relações de Trabalho), Fascículo 04 (Sistema Democrático de Relação do Trabalho), e terá Odilon Faccio como ministrante.
Na Regional de Criciúma, será abordado o Eixo I, Módulo 03 (Como funciona a sociedade do Capital?), com destaque para o Fascículo 01 (Introdução à Sociologia) e o Fascículo 02 (Teoria Política), tendo Antônio Massignani como ministrante.
Na Regional de Blumenau, serão estudados o Eixo I, Módulo 03 (Como funciona a sociedade do Capital?), Fascículo 01 (Introdução à Sociologia) e o Fascículo 02 (Teoria Política), com o ministrante José Roberto Paludo, e o Eixo II, Módulo 03 (Análise de Conjuntura: A Educação Básica em Debate), Fascículo 03 (Como Fazer Análise de Conjuntura), tendo Vladimir Milton Pomar como ministrante.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Nota da FENPROF em solidariedade aos brasileiros e brasileiras que lutam pela defesa da Democracia no Brasil

A FENPROF, Federação Nacional dos Professores de Portugal, manifesta a sua mais viva, sincera e profunda solidariedade para com todos os brasileiros e brasileiras, desde logo os professores e professoras que lutam em defesa da Democracia no Brasil e, nas eleições do próximo dia 28 de outubro, se oporão ao candidato fascista que defende o ódio e a violência como instrumentos de política.
Portugal e os Portugueses sabem bem o que é o fascismo, que sobre nós se abateu durante 48 longos anos, período em que foram presos, torturados e assassinados muitos Portugueses, simplesmente por lutarem pela Liberdade e pela Democracia. Felizmente, a madrugada de 25 de Abril de 1974 pôs fim à longa noite de trevas, sendo preservada até hoje a Democracia que, então, recuperámos. Também o Povo Brasileiro sofreu longos anos com uma ditadura feroz que reprimiu a Democracia e os Democratas, e tem o direito de não voltar a viver esse tenebroso tempo.
De Portugal, em particular dos Professores, Educadores e Investigadores Portugueses, que a FENPROF representa, enviamos a mais viva solidariedade para com todos os que no país irmão se mobilizam para travar a escalada fascista em curso, fazendo votos para que o Brasil, sinónimo de Democracia, vença esta dura batalha.

Com os melhores cumprimentos,

O Secretariado Nacional

Mário Nogueira
Secretário-Geral

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Carta aberta da Direção Sindical do DIEESE em Santa Catarina, sobre o atual momento político do País:

Repudiar o fascismo nas urnas e nas ruas, fortalecer as resistências e preparar-nos para enfrentar os ataques que teremos pela frente

Em função da dramaticidade dos acontecimentos, e das dificuldades de se fazer análises mais precisas dos cenários econômicos, boa parte da população está depositando quase todas as suas fichas na “magia” das eleições. É como se as eleições, por um processo de encantamento, fossem interromper todos os ataques que os trabalhadores estão sofrendo, e começar imediatamente após o pleito, a reverter a situação de desemprego, queda da renda, e precarização, que acomete boa parte da população.
Para essa interpretação da conjuntura, um presidente eleito “todo poderoso”, do campo progressista, irá resgatar a CLT, devolver o Pré-sal ao povo brasileiro, recuperar a Petrobrás, revogar a Emenda 95, reestruturar as políticas sociais do governo e interromper as negociações para entregar as reservas do Aquífero Guarani. Tudo isso de forma rápida, e mágica, devolvendo a alegria ao povo, surrupiada pelo golpe de 2016. A história mostra que, em política, sempre se prefere o caminho mais fácil. Para as pessoas que estão vivendo uma espécie de pesadelo no Brasil, seria muito mais fácil mudar a realidade através do simples ato de se dirigir às urnas e votar.
Conforme se sabe – e os últimos anos têm mostrado isso com muita clareza – o caminho da mobilização, da luta, de remar contra a correnteza, é muito duro, muito difícil. É muito mais confortável ir votar do que participar de infindáveis manifestações, reuniões do sindicato, passeatas, as quais também não têm nenhuma garantia de que irão resolver os problemas no curto ou médio prazos. Porém, o fato é que a visão romântica, que prevê um final feliz sem muita luta, não se sustenta quando se analisa os acontecimentos de forma mais fria.
A gravidade da situação, tanto no Brasil, quanto na vizinhança latino-americana, exige muito mais cautela e senso de realidade. Os trabalhadores brasileiros vêm apanhando como nunca nos últimos anos, decorrência direta do golpe, que foi perpetrado para retirar direitos, entregar riquezas, e o que restou da soberania nacional. É muita ingenuidade imaginar que esta operação continental, extremamente complexa e perigosa, será abandonada simplesmente em função de um suposto respeito ao desejo popular nas eleições. Este seria um enredo que destoaria do que aconteceu no Brasil nos últimos anos. O processo eleitoral está muito sob controle dos estrategistas do golpe, que tentam conduzir para os resultados que desejam, intento para o qual contam com muitos recursos (aparato legal, grande mídia, instituições).
Além disso, por mais róseo que seja o resultado eleitoral para os trabalhadores (hipótese muito improvável), o presidente vai precisar governar. Quem garante que, eleito um presidente que queira desfazer o estrago que fizeram em dois anos, não irão repetir o roteiro que implementaram a partir do resultado eleitoral de 2014? Tudo indica que, passado o processo eleitoral, irão tentar aprofundar as medidas do golpe, terminando o “serviço” que ainda está incompleto (destruição da Previdência Social, privatização da Eletrobrás, dos Correios, Banco do Brasil e CEF, etc.). Dos candidatos que concorrem ao segundo turno das eleições, quem certamente faria o “serviço” é Jair Bolsonaro, conforme tem anunciado aos quatro ventos o candidato, e seu possível ministro da Economia, Paulo Guedes. Este último já afirmou que irão aplicar o programa de Temer, só que com muito maior velocidade.
Por isso, a hora é de denunciar e fazer campanha contra Jair Bolsonaro, candidato fascista, antipovo e antiBrasil, a serviço de potências estrangeiras. Mas não devemos achar que a eleição irá resolver a crise brasileira. Independentemente do resultado eleitoral, a crise e o ataque aos direitos irão continuar. Será fundamental o reforço da mobilização sindical, o debate permanente com os trabalhadores, as campanhas de sindicalização e o permanente trabalho de base. São essas ações e políticas que podem melhorar a correlação de forças em qualquer conjuntura. É hora de fortalecer as trincheiras, dobrar a resistência e nos prepararmos para os inevitáveis ataques que teremos pela frente.

Direção Sindical do DIEESE em Santa Catarina:
• Ivo Castanheira /Federação dos Trabalhadores no Comércio de SC (FECESC)/CUT
• Moacir José Effting /Sindicato dos trabalhadores da indústria gráfica da comunicação gráfica e dos serviços gráficos de Blumenau e Região / Nova Central de Trabalhadores de Santa Catarina /NCST – SC
• Carlos Magno da Silva Bernardo / Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Estado de Santa Catarina (FETEESC). UGT
• Jorge Luiz Putsch / Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Brusque (SINTIMMMEB)
• Manassés Bittencourt de Andrade / Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Urbano de Florianópolis (SINTRATURB)
• Jorge Godinho da Silva / Federação dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade do Estado de Santa Catarina (FETRATUH) / CTB
• Jânio Silva / Federação dos Trabalhadores em Estabelecimento de Saúde de Santa Catarina (FETESSESC)/ CUT
• Landivo Fischer / Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado de Santa Catarina (FETIESC)

Florianópolis, 17 de outubro de 2018.

Presidente da CNTE é eleito membro do secretariado da Confederação Sindical dos Países de Língua Portuguesa

A Confederação dos Países de Língua Portuguesa - Sindical da Educação (CPLP-SE), realizou, no dia 20 de outubro de 2018, em Aveiros/Portugal, a Conferência Sindical da Educação, órgão deliberativo máximo da CPLP-SE, a quem compete, entre outras atribuições, definir e orientar a política geral e as estratégias da entidade e eleger o Secretariado Permanente da Confederação. Nesta edição, o professor Heleno Araújo, presidente da CNTE, foi eleito membro deste Secretariado, para um mandato de três anos, substituindo o Professor Roberto Leão, ex-presidente da CNTE.
Em maio de 2018, a Confederação Sindical dos Países de Língua Portuguesa (CSPLP) completou 20 anos. Fundada em 1998 pelas Centrais Sindicais dos Países de Língua Portuguesa, a CPLP Sindical se compromete em estreitar os laços políticos, culturais, econômicos, sociais e sindicais que unem esses Países e trabalhar em conjunto na procura de soluções, tendo em especial atenção a defesa da paz, da democracia, dos direitos humanos, políticos e sindicais.

sábado, 20 de outubro de 2018

Realizada mais uma etapa do Programa de Formação de Profissionais da Educação Básica de Santa Catarina e Desafios Contemporâneos 2018 SINTE/CNTE/UFFS

Foi realizada hoje (20/10), durante todo o dia, mais uma etapa do Programa de Formação de Profissionais da Educação Básica de Santa Catarina e Desafios Contemporâneos 2018 SINTE/CNTE/UFFS, em oito Regionais do SINTE/SC. Trabalhadoras e trabalhadores em educação participaram das atividades, nas Regionais do SINTE de Palmitos, São Lourenço do Oeste, Chapecó, Campos Novos, Joinville, Itajaí e Florianópolis.
Na Regional do SINTE de Palmitos, César Capitanio foi quem ministrou a etapa. Na Regional do SINTE de São Lourenço do Oeste, Antônio Luiz Miranda foi o ministrante. Na Regional do SINTE de Chapecó, foram abordados dois eixos, ministrados por Nelso Lolatto e Emilio Genari. Edgar de Sousa Rego ministrou a etapa desenvolvida na Regional do SINTE de Campos Novos. Na Regional do SINTE de Joinville, as atividades ficaram por conta do ministrante Vladimir Pomar. Cleiton Rocha ministrou a etapa realizada na Regional do SINTE de Itajaí. Na Regional do SINTE de Florianópolis, o ministrante foi José Álvaro Cardoso. 

Na Regional do SINTE de Palmitos:
 

Na Regional do SINTE de São Lourenço do Oeste:
 

Na Regional do SINTE de Chapecó:
 
 

Na Regional do SINTE de Campos Novos:
 

Na Regional do SINTE de Joinville:
 

Na Regional do SINTE de Itajaí:
 

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Curso de Formação SINTE/CNTE/UFFS terá nova etapa amanhã em oito Regionais

Amanhã (20/10), será realizada nova etapa do Programa de Formação de Profissionais da Educação Básica de Santa Catarina e Desafios Contemporâneos 2018 SINTE/CNTE/UFFS, em oito Regionais do SINTE/SC. Conforme Secretário de Formação Política e Sindical do SINTE/SC, Evandro Accadrolli, “neste sábado, teremos atividades de formação, nas Regionais do SINTE de Palmitos, Maravilha, São Lourenço do Oeste, Chapecó, Campos Novos, Joinville, Itajaí e Florianópolis”.
Na Regional do SINTE de Palmitos, será estudado Eixo II, Módulo 03 (Análise de conjuntura: A educação básica em debate), Fascículo 03 (Como Fazer Análise Conjuntura). O ministrante será César Capitânio.
Na Regional do SINTE de Maravilha, a nova etapa abordará o Eixo II, Módulo 02 (Formação de lideranças: Argumentação e Propaganda), livro “Padrões de Manipulação na Grande Imprensa”, Textos 1 e 2, com o filme “12 homens e uma Sentença”. Carlos Weinman será o ministrante.
Na Regional do SINTE de São Lourenço do Oeste, serão tratados o Eixo I, Módulo 03 (Como funciona a sociedade do Capital?), Fascículos 01 (Introdução à Sociologia) e 02 (Teoria Política), além de outros textos indicados pelos professores-assessores. O ministrante será Antônio Luiz Miranda.
Na Regional do SINTE de Chapecó, serão desenvolvidos dois eixos, sendo o Eixo I, Módulo 03 (Como funciona a sociedade do Capital?), Fascículos 01 (Introdução à Sociologia) e 02 (Teoria Política), com o ministrante Nelso Lolatto. Já o Eixo II, Módulo 03 (Análise de conjuntura: A educação básica em debate), Fascículo 03 (Como Fazer Análise de Conjuntura), terá Emilio Genari como ministrante.
Na Regional do SINTE de Campos Novos, será abordado o Eixo II, Módulo 03 (Análise de conjuntura: A educação básica em debate), Fascículo 03 (Como Fazer Análise de Conjuntura). O ministrante será Edgar de Sousa Rego.
Na Regional do SINTE de Joinville, serão tratados o Eixo II, Módulo 03 (Análise de conjuntura: A educação básica em debate), Fascículo 03 (Como Fazer Análise de Conjuntura), além de outros textos indicados. Vladimir Pomar será o ministrante.
Na Regional do SINTE de Itajaí, o Eixo I será estudado, dentro do Módulo 03 (Como funciona a sociedade do Capital?), Fascículos 01 (Introdução à Sociologia) e 02 (Teoria Política). Cleiton Rocha será o ministrante.
Na Regional do SINTE de Florianópolis, será tratado Eixo I, Módulo 02 (Introdução à Economia Política), Fascículo 03 (Economia Política), com o ministrante José Álvaro Cardoso.
O Programa de Formação de Profissionais da Educação Básica de Santa Catarina e Desafios Contemporâneos, com parceria entre SINTE/SC, CNTE e Universidade Federal Fronteira SUL (UFFS), tem como objetivos:
- Despertar as lideranças para a necessidade de serem estabelecidos processos permanentes de formação político-sindical e educacional, junto aos trabalhadores e trabalhadoras em educação;
- Disponibilizar o acesso à formação, através de encontros, debates, cursos, apostilas, etc, com vistas a proporcionar a construção de conhecimentos indispensáveis à emancipação dos educadores;
- Preparar nossas lideranças para um Sindicato cada vez mais organizado e de luta, além de fortalecer a atuação educacional.

SINTE/SC exige retificação do Edital de ACT prevendo contratação dos segundos professores

Nesta quinta-feira (18/10), o SINTE/SC realizou ato com a categoria, na Secretaria da Educação, para questionar a ausência do segundo professor e atendimento de programas e projetos e de professores para atuarem na Educação Escolar Quilombola nos editais de ACT para o ano de 2019, bem como cobrar o cumprimento da Lei Complementar 716/2018 que prevê a anistia das faltas de greves e paralisações. 
Em virtude do ato, o sindicato foi recebido por Décio Vargas da CONER e Wilson Pereira, assessor de gabinete da secretária estadual da educação para responder o ofício nº 173/2018 protocolado pelo SINTE/SC no dia 08 de outubro pedindo explicações sobre os temas citados acima.
A SED há tempos tem enrolado os/as trabalhadores/as em educação em relação a essas questões, sempre com desculpas que não conseguem explicar. A secretaria, por exemplo, já não tem mais como negar a anistia das faltas, tendo em vista que temos até uma lei que nos garante este direito, o que falta é apenas vontade política do governo em cumprir a lei. O mesmo ocorre em relação aos professores que ficaram fora dos editais de ACT para o ano de 2019, pois não existem justificativas plausíveis para que não seja realizado o processo seletivo para contratação dos mesmos.
Na audiência ficou claro que o governo não tem certeza de como procederá em relação aos professores das vagas não previstas nos editais de ACT, mesmo com toda pressão exercida pelo sindicato e pelo próprio Ministério Público, a SED ainda não tem uma resposta concreta a ser dada para a categoria. Já com relação à anistia das faltas os representantes do governo reconheceram que não há uma definição até o momento para encaminhar de forma definitiva a questão. Ou seja, mais uma vez o governo demonstra descaso com as reivindicações dos/as trabalhadores/as em educação.
O sindicato manifestou sua indignação pelo descaso do governo em cumprir a legislação e resolver um problema que se arrasta desde 2012 com a não anistia das faltas de greves e paralisações que já foram repostas pela categoria, e cobrou também uma resposta definitiva sobre os problemas do edital de ACT, principalmente em relação à ausência do segundo professor e deixou claro que a categoria não vai aceitar que estes profissionais não sejam contratados, pois a inclusão é um tema defendido por todos e SC não pode ir na contramão negando aos estudantes o direito a terem uma educação adequada, com professores/as qualificados/as que atendam suas necessidades. Frente à exigência da direção do sindicato os representantes do governo presentes na audiência se comprometeram em obter respostas concretas para a categoria no prazo máximo de uma semana, quando uma nova audiência será marcada e as respostas apresentadas ao SINTE/SC.