"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... a vida é 'muito', para ser insignificante". Charles Chaplin.



sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

CUT orienta: Vamos aumentar a pressão contra reforma de Temer

Não tem recuo. A estratégia para barrar retrocessos é greve no dia 19.

(Texto: Redação CUT – Foto: Roberto Parizotti/CUT)

A pressão para o Congresso Nacional engavetar, de uma vez por todas, a proposta do ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP) de acabar com a aposentadoria de milhões de brasileiros tem de ser intensificada. Para a CUT, há três formas concretas de pressão nesse momento: ampliar a mobilização do dia 19 de fevereiro, com greves, paralisações e atos; intensificar as ações nas redes sociais e bases eleitorais dos deputados, utilizando ferramentas de ação sindical e popular, como o site Na Pressão, criado pela secretaria de Comunicação da CUT; e garantir a candidatura de Lula nas eleições deste ano.
“A pressão precisa ser ampliada neste momento, pois essa é única maneira de garantir que não mexam na aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras”, diz o presidente da CUT, Vagner Freitas. “A nossa luta é para enterrar de vez a reforma. E uma das estratégias é realizar uma forte mobilização no dia 19, com greves e paralisações, além de intensificar as ações nas ruas e nas redes”. Segundo Vagner, “a luta para garantir o direito legítimo de Lula ser candidato nas eleições deste ano também faz parte da estratégia dos movimentos sindical e sociais, pois essa é a garantia que os trabalhadores e as trabalhadoras têm de ter os seus direitos usurpados por Temer de volta”.
Vagner lembra que Lula foi o único a anunciar que, se eleito, vai propor um referendo revogatório de “muitas das medidas aprovadas” pelo governo de Temer, como a reforma Trabalhista, que acabou com a CLT, o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos, o pacote de privatizações e a garantia de que os trabalhadores terão o seu direito de aposentadoria assegurado. “Estou falando da palavra referendo revogatório porque se nós não tivermos autorização da sociedade, fica muito difícil mudar”, disse Lula, em entrevista coletiva aos meios alternativos e populares. Para o presidente da CUT, quanto mais cresce as intenções de voto em Lula nas pesquisas e ele acena que, se eleito, revogará, com o apoio do povo brasileiro, as medidas que retiram direitos, mais ele é perseguido pela mídia e setores do Judiciário. “Por isso, garantir Lula candidato e apoiar a sua eleição será fundamental. Faz parte da nossa estratégia de resistência e defesa dos direitos”, disse Vagner.

Pressão nas ruas e nas redes
O secretário de Comunicação da CUT, Roni Barbosa, reforça a necessidade de ampliar a pressão aos parlamentares e intensificar o diálogo com as bases, pois, segundo ele, foi o que conseguiu barrar a votação da reforma da Previdência até agora. “O governo ainda não tem os votos necessários para aprovar a reforma, essa é a grande verdade. Ganhamos a opinião pública e conseguimos furar o bloqueio midiático, esclarecendo à sociedade que a reforma se trata, na verdade, do fim do direito à aposentadoria”, avalia Roni. Ele explica que, para ajudar na mobilização e pressão, a secretaria de Comunicação da CUT elaborou uma série de materiais com fotos e informações de cada parlamentar, que poderão ser impressos e utilizados tanto nos atos quanto nas redes sociais, como Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp.
Foram produzidos 366 memes – 195 de deputados que estão indecisos e 171 dos que estão com Temer pelo fim da aposentadoria. Ao acessar o link, duas pastas estarão disponíveis, com a lista dos deputados favoráveis à reforma e dos indecisos, separados por estado. “É necessário usarmos todas as ferramentas criadas pela Central para pressionar os parlamentares, além de se informar sobre a reforma da Previdência nos meios de comunicação cutistas, como o Portal da CUT e as páginas oficias da Central nas redes”, orienta Roni.
O site https://napressao.org.br/campanha/reforma-da-previdencia lançado em junho de 2017 e que permite contatar os parlamentares por e-mail, mensagens, telefone ou redes sociais, é uma das ferramentas criada pela CUT, para auxiliar na pressão aos deputados. O site possibilita enviar, de uma só vez, e-mail para todos os parlamentares indecisos ou a favor da reforma do ilegítimo Temer. “É só acessar e fazer a pressão de onde estiver”, conclui Roni.

CNTE: Aumenta adesão à greve contra reforma da Previdência

Aumenta a adesão à greve nacional contra a reforma da Previdência que o ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP) quer aprovar a qualquer custo ainda este mês. Se for aprovada, a reforma acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros que terão dificuldades para cumprir as novas regras que Temer quer impor.
Depois de várias tentativas frustradas, a nova proposta do governo, que prevê aumento da idade mínima de concessão da aposentadoria para 62 anos, no caso das mulheres, e 65 anos para os homens, deve ser votada no dia 19, 20 ou 21 de fevereiro na Câmara dos Deputados, se a base aliada garantir os 308 votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional. “Não votaram até agora porque não têm votos. Os deputados estão com medo de aprovar essa proposta nefasta e não serem reeleitos”, disse o presidente da CUT, Vagner Freitas.
Segundo Vagner, a campanha “se votar, não volta”, feita sem recursos, que contou apenas com o trabalho incansável e determinação da militância e dos dirigentes que foram a aeroportos, as bases dos deputados e em todos os espaços públicos onde eles estiveram nos últimos meses fez mais efeito do que a montanha de dinheiro que o governo distribuiu e que as campanhas milionárias do Temer nas rádios e TVs.
Independentemente do dia em que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) colocar a proposta em votação, o dia 19 é dia de parar Brasil, disse Vagner. Em todo o Brasil, as CUTs Estaduais já estavam organizadas e mobilizadas para lutar contra mais esse retrocesso. Muitas assembleias já foram feitas e atos marcados.

Confira os atos marcados e as categorias que já realizaram assembleias confirmando a paralisação:

> Na capital paulista, tem ato público marcado para às 16h, em frente ao MASP, na Avenida Paulista. Várias categorias já realizaram assembleias e decidiram cruzar os braços no dia 19. Entre elas, motoristas de ônibus e professores das redes estaduais e municipais. No ABC, já aprovaram a greve em assembleia popular metalúrgicos, bancários, servidores e químicos, entre outras categorias.

> Em Recife, tem ato público marcado para às 15h, no Parque 13 de Maio.

> Na Bahia, ainda não estão confirmados os pontos onde serão realizados atos, panfletagens e caminhadas. Já tem confirmação de paralisação de petroleiros, químicos, rodoviários, professores, bancários, servidores e metalúrgicos, entre outras categorias. Também já tem atos sendo marcados em cidades como Juazeiro, Paulo Afonso, Vitória da Conquista, Itapetininga, Itabuna e Ilheus, entre outras.

> Em Sergipe, foi realizada uma assembleia geral unificada e os servidores públicos aprovaram por unanimidade a participação na greve geral do dia 19/2. Aprovaram greve no dia 19 os servidores organizados no SINTESE (professores), SINDASSE (Assistentes Sociais), SINDINUTRISE (Nutricionistas), SINPSI (Psicólogos), SINDIJOR (Jornalistas), SINDIJUS (Judiciário), GRUPO ATITUDE (Trabalhadores da Saúde), SINDIFISCO (Auditores), SINTRASE (Servidores), SINTER, SINTASA (Saúde), SINPOL (Policiais), SENGE (Engenheiros) e o Sindicato dos Enfermeiros.

> No Ceará, haverá atos e paralisações em todas as regiões do estado, sendo a maior delas marcada no Centro de Fortaleza. A partir das 9h haverá uma caminhada pelas ruas do Centro com concentração na Praça da Bandeira.

> Em Teresina, tem ato marcado para às 8h, na Praça Rio Branco

> Em Natal, tem ato a partir das 14h, em frente a Agência do INSS, Rua Apodi, 2150 – Tirol.

> No Distrito Federal, as ações acontecerão durante todo o dia, culminando numa atividade conjunta entre os sindicatos e os movimentos sociais no final da tarde, a partir das 17h, no Museu da República, em Brasília.

> Em Minas Gerais, professores da rede estadual também sinalizaram que vão aderir à paralisação.

> Em Santa Catarina, municípios de todo o Estado se unirão à luta contra a reforma da Previdência. O SINTE/SC está orientando que todos os trabalhadores e trabalhadores da rede estadual de educação paralisem completamente as atividades nas escolas e participem de atos e mobilizações em suas cidades.

> Em Florianópolis, o transporte coletivo ficará paralisado durante todo o dia 19. Os trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem) também vão aderir à greve em defesa da aposentadoria. A partir das 9h, a CUT e demais centrais sindicais e entidades farão um arrastão no centro da capital para fechar o comércio e os bancos. E, a partir das 16h, acontecerá um grande ato na Praça de Lutas, que terminará com uma passeata até a agência do INSS.

> Em Criciúma, haverá um ato acontecerá a partir das 8h, em frente à agência do INSS.

> Haverá mobilização também em Araranguá, Blumenau, Chapecó e Joinville .

> Em Porto Alegre, a mobilização começará antes do sol nascer. Às 5h, haverá concentração junto do Monumento ao Laçador, seguida de caminhada até o saguão de embarque do Aeroporto Internacional Salgado Filho. Às 7h, concentração na Estação Rodoviária, onde serão também distribuídos panfletos para esclarecer a população sobre as mentiras espalhadas pelo governo e pela mídia tradicional. Às 8h30, haverá marcha até o prédio do INSS, na Travessa Mário Cinco Paus, ao lado do Mercado Público, no centro da cidade. Lá, será realizado um grande ato público em defesa da Previdência e denunciando os deputados que estão se posicionando a favor dessa reforma do golpista Temer.

> No Rio de Janeiro, tem ação no aeroporto Santos Dumont de manhã, no embarque dos deputados; e às 16h, tem ato na Candelária.

> Em Alagoas, terá ato de luta e resistência, a partir das 14h, no Calçadão da rua do Comércio, no Centro de Maceió.

(Com informações da CUT, 15/02/2018) 

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

SINTE/SC: Dia 19 é Paralisação Geral do Magistério Contra a Reforma da Previdência

Iniciando o ano de lutas contra a retirada de direitos da classe trabalhadora, Centrais, Entidades Sindicais e Movimentos Sociais, estão convocando trabalhadores e trabalhadoras para cruzarem os braços contra a Reforma da Previdência no próximo dia 19/02. O SINTE/SC reafirmou a participação na paralisação, por unanimidade, através da Reunião do Conselho Deliberativo, que ocorreu dias 08 e 09/02 em Campos Novos, e orienta toda categoria do magistério a paralisar completamente as atividades durante todo o dia 19.
As justificativas do governo para defender a reforma são falsas, pois não existe déficit. Um claro exemplo é que o governo tem R$ 500 bilhões para cobrar dos grandes devedores e não cobra. A CPI da previdência constatou que, se pegar os últimos 15 anos, o superávit da Previdência chega a R$ 821 bilhões. A intenção do governo golpista de Michel Temer e seus aliados é de entregar a previdência pública para os bancos e o sistema financeiro e levar o povo brasileiro a contribuir com o sistema de previdência privada.

Confira a agenda das mobilizações pelo Estado:
No sul: ato a partir das 8 horas, em frente à agência do INSS, em Criciúma, e uma mobilização também acontecerá em Araranguá.

Em Blumenau: está sendo programado ato a partir das 15 horas, em frente a Prefeitura, onde seguirá com uma passeata até o INSS.
Em Chapecó: atos acontecerão durante toda a manhã para defender a previdência pública. A concentração será a partir das 7h, em frente a uma empresa sonegadora do INSS. Em seguida, às 9 horas, os militantes se encontrarão na Praça Coronel Bertaso, e às 11 horas o ato será nos Bancos Itaú e Bradesco. Além disso, nos dias 20 e 21 de fevereiro os trabalhadores do campo acamparão em frente ao INSS.
Meio-Oeste: também está organizada para defender os direitos dos trabalhadores. Lages fará um ato em frente ao prédio da previdência social, às 14 horas, e em Caçador uma mobilização acontecerá a partir das 9 horas, no Largo Caçanjure.
Em Florianópolis: o transporte coletivo ficará paralisado durante todo o dia 19. Os trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem) também irão aderir à greve em defesa da aposentadoria. A partir das 9 horas, as centrais sindicais e entidades farão um arrastão no centro da capital para fechar o comércio e os bancos. Para finalizar o dia de lutas, um grande ato acontecerá a partir das 16 horas, na praça de lutas, com uma passeata até o INSS.
O SINTE/SC convoca o magistério para que feche sua escola e participe dos atos em suas regionais, e ainda manda um recado a deputados/as e senadores/as: #sevotarnãovolta

Todos/as contra a Reforma da Previdência, em defesa da nossa aposentadoria!

Presidenta da CUT-SC convoca trabalhadores para greve nacional em defesa da aposentadoria

Anna Julia Rodrigues ocupou a tribuna da Alesc, para denunciar o desmonte da Previdência e convocar os trabalhadores para se unirem aos atos que acontecerão em todas as regiões de Santa Catarina, no dia 19 de fevereiro.

(Texto: Pricila Baade/CUT-SC)

Na manhã desta quinta-feira (15) a presidenta da CUT-SC, Anna Julia Rodrigues, ocupou a tribuna da Alesc para denunciar o desmonte da Previdência e convocar os trabalhadores e trabalhadores para a greve nacional da próxima segunda-feira, 19 de fevereiro, em defesa da aposentadoria. Durante sua fala, Anna Julia afirmou que as justificativas do governo para defender a reforma são falsas “Não existe déficit. Um claro exemplo é que o governo tem R$ 500 bilhões para cobrar dos grandes devedores e não cobra. A CPI da previdência constatou que, se pegar os últimos 15 anos, o superávit da Previdência chega a R$ 821 bilhões”. Ela falou ainda sobre a intenção do governo golpista de Michel Temer e seus aliados em entregar a previdência pública para os bancos e o sistema financeiro e levar o povo brasileiro a contribuir com o sistema de previdência privada.
Anna criticou ainda a falsa propaganda de que o desmonte da previdência cortará privilégios “Se antes já era difícil um trabalhador de baixa renda contribuir pelo tempo mínimo para a previdência, com a Reforma Trabalhista e as novas regras para se aposentar será quase impossível. Com o trabalho intermitente, os pobres, principalmente, não conseguirão juntar 15 anos de contribuição para a previdência pública”. A presidenta da CUT-SC terminou sua fala, chamando os trabalhadores para se unirem a greve do dia 19 de fevereiro e mandando um recado para os deputados federais e estaduais e senadores que apoiarem esse golpe contra os trabalhadores: quem votar, não volta!
Em Santa Catarina, municípios de todo o Estado irão se unir a luta contra a Reforma da Previdência. No sul, um ato acontecerá a partir das 8h, em frente à agência do INSS, em Criciúma, e uma mobilização também acontecerá em Araranguá. Em Blumenau, um ato está sendo programado a partir das 15 horas, em frente a Prefeitura, onde seguirá com uma passeata até o INSS.
Em Chapecó, atos acontecerão durante toda a manhã, para defender a previdência pública. A concentração será a partir das 7 horas, em frente a uma empresa sonegadora do INSS. Em seguida, às 9 horas, os militantes se encontrarão na Praça Coronel Bertaso, e às 11h o ato será nos Bancos Itaú e Bradesco. Além disso, nos dias 20 e 21 de fevereiro os trabalhadores do campo acamparão em frente ao INSS.
A regional Meio-Oeste também está organizada para defender os direitos dos trabalhadores. Lages fará um ato em frente ao prédio da previdência social, às 14h, e em Caçador uma mobilização acontecerá a partir das 9h, no Largo Caçanjure.
Em Florianópolis, o transporte coletivo ficará paralisado durante todo o dia 19. Os trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem) também irão aderir à greve em defesa da aposentadoria. A partir das 9h, as centrais sindicais e entidades farão um arrastão no centro da capital para fechar o comércio e os bancos. Para finalizar o dia de lutas, um grande ato acontecerá a partir das 16 horas, na praça de lutas, com uma passeata até o INSS. Além disso, o SINTE/SC está orientando que todos os trabalhadores e trabalhadores da rede estadual de educação paralisem completamente as atividades nas escolas e participem de atos e mobilizações em suas cidades.
Dia 19 é dia de paralisação! Vamos barrar esse golpe contra os trabalhadores! Em defesa da aposentadoria digna para todos!

Presidência da Alesc autoriza a reinstalação das comissões permanentes

(Texto: Alexandre Back – Foto: Eduardo G. de Oliveira/Agência AL)

A sessão plenária realizada na manhã desta quinta-feira (15) teve como destaque o anúncio, pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Aldo Schneider (MDB), de que já foram designados os membros que farão parte das comissões permanentes da Casa.
Os nomes foram apresentados pelos partidos e blocos parlamentares em conformidade com a representatividade de cada um no Legislativo estadual, abrindo a possibilidade que os colegiados sejam oficialmente instalados. “Esta Presidência comunica que, de acordo com o artigo 65, inciso III, alínea A, do Regimento Interno, designou os membros das comissões permanentes, através do Ato da Presidência nº 2/2018, e solicita aos deputados mais idosos, dentre os de maior número de legislaturas, que reúnam, sob suas presidências, cada comissão para a instalação e eleição de seus respectivos presidentes e vice-presidentes.”

Veja a composição de cada comissão:

Comissão de Constituição e Justiça
Mauro de Nadal (PMDB)
Valdir Cobalchini (PMDB)
Jean Kuhlmann (PSD)
Ricardo Guidi (PSD)
Darci de Matos (PSD)
Dirceu Dresch (PT)
João Amin (PP)
Marcos Vieira (PSDB)
Rodrigo Minotto (PDT)

Comissão de Finanças e Tributação
Fernando Coruja (PMDB)
Valdir Cobalchini (PMDB)
Milton Hobus (PSD)
Gabriel Ribeiro (PSD)
Luciane Carminatti (PT)
José Milton Scheffer (PP)
Patrício Destro (PSB)
Marcos Vieira (PSDB)
Rodrigo Minotto (PDT)

Comissão de Segurança Pública
Romildo Titon (PMDB)
Manoel Mota (PMDB)
Ricardo Guidi (PSD)
Dirceu Dresch (PT)
Patrício Destro (PSB)
Dr. Vicente Caropreso (PSDB)
Rodrigo Minotto (PDT)

Comissão de Agricultura e Política Rural
Mauro de Nadal (PMDB)
Valdir Cobalchini (PMDB)
Padre Pedro Baldissera (PT)
José Milton Scheffer (PP)
Natalino Lázare (Podemos)
Dóia Guglielmi (PSDB)
Cesar Valduga (PCdoB)

Comissão de Direitos Humanos
Fernando Coruja (PMDB)
Mauro de Nadal (PMDB)
Dalmo Claro (PSD)
Dirceu Dresch (PT)
Nilso Berlanda (PR)
Marcos Vieira (PSDB)
Cesar Valduga (PCdoB)

Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano
Manoel Mota (PMDB)
Valdir Cobalchini (PMDB)
Antonio Aguiar (PMDB)
Luciane Carminatti (PT)
João Amin (PP)
Marcos Vieira (PSDB)
Cesar Valduga (PCdoB)

Comissão de Educação, Cultura e Desporto
Fernando Coruja (PMDB)
Valdir Cobalchini (PMDB)
Antonio Aguiar (PMDB)
Luciane Carminatti (PT)
Natalino Lázare (Podemos)
Serafim Venzon (PSDB)
Rodrigo Minotto (PDT)

Comissão de Saúde
Fernando Coruja (PMDB)
Mauro de Nadal (PMDB)
Dalmo Claro (PSD)
Neodi Saretta (PT)
José Milton Scheffer (PP)
Serafim Venzon (PSDB)
Cesar Valduga (PCdoB)

Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público
Manoel Mota (PMDB)
Fernando Coruja (PMDB)
Jean Kuhlmann (PSD)
Dirceu Dresch (PT)
Altair Silva (PP)
Serafim Venzon (PSDB)
Cesar Valduga (PCdoB)

Comissão de Economia, Ciência, Tecnologia, Minas e Energia
Mauro de Nadal (PMDB)
Jean Kuhlmann (PSD)
Dirceu Dresch (PT)
Cleiton Salvaro (PSDB)
Nilso Berlanda (PR)
Dóia Guglielmi (PSDB)
Narcizo Parisotto (PSC)

Comissão de Relacionamento Institucional, Comunicação, Relações Internacionais e do Mercosul
Mauro de Nadal (PMDB)
Manoel Mota (PMDB)
Gelson Merisio (PSD)
Neodi Saretta (PT)
Altair Silva (PP)
Dóia Guglielmi (PSDB)
Rodrigo Minotto (PDT)

Comissão de Turismo e Meio Ambiente
Mauro de Nadal (PMDB)
Valdir Cobalchini (PMDB)
Ricardo Guidi (PSD)
Neodi Saretta (PT)
João Amin (PP)
Marcos Vieira (PSDB)
Cesar Valduga (PCdoB)

Comissão de Pesca e Aquicultura
Valdir Cobalchini (PMDB)
Manoel Mota (PMDB)
Gabriel Ribeiro (PSD)
Padre Pedro Baldissera (PT)
José Milton Scheffer (PP)
Dóia Guglielmi (PSDB)
Rodrigo Minotto (PDT)

Comissão de Legislação Participativa
Romildo Titon (PMDB)
Manoel Mota (PMDB)
Darci de Matos (PSD)
Padre Pedro Baldissera (PT)
Altair Silva (PP)
Dr. Vicente Caropreso (PSDB)
Cesar Valduga (PCdoB)

Comissão de Proteção Civil
Fernando Coruja (PMDB)
Romildo Titon (PMDB)
Milton Hobus (PSD)
Padre Pedro Baldissera (PT)
Patrício Destro (PSB)
Dr. Vicente Caropreso (PSDB)
Narcizo Parisotto (PSC)

Etapa Estadual da CONAPE acontece no dia 10 de março em SC

Inscrições estão abertas e devem ser feitas pela internet. Programação contará com a participação de Eugênio Aragão e Luiz Fernandes Dourado.

(Texto: Pricila Baade/CUT-SC)

No dia 10 de março, no auditório Garapuvu, da Universidade Federal de Santa Catarina (IFSC), Florianópolis, acontecerá a Etapa Estadual da Conferência Nacional Popular de Educação – CONAPE 2018, como momento preparatório para a Etapa Nacional.
A CONAPE é uma convocação à retomada da democracia no país e das vozes da sociedade civil organizada por meio dos movimentos sociais e das entidades educacionais; uma reafirmação do compromisso com uma educação verdadeiramente transformadora.
Os interessados em participar da etapa estadual devem se inscrever no link: https://goo.gl/hUwPMM. Poderão se inscrever mesmo aqueles que não foram delegados das etapas municipais.

Confira a programação:

8 hs – 9 hs – Inscrição – credenciamento

9 hs – 9h30 – Solenidade de Abertura

9h30 – 11h40 – Conferências: A importância da CONAPE na conjuntura Nacional:
Eugênio José Guilherme de Aragão – Integrante do Ministério Público Federal por mais de três décadas e ex-ministro da Justiça.
Luiz Fernandes Dourado - Professor T itular e Emérito da UFG, doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997), pós-doutorado em Paris França)

11h40 – 12h10 – aprovação do regimento

12h10 – 13h30 – intervalo

13h30 – Discussão do documento (emendas aos eixos)  e eleição dos delegados à etapa nacional.

ALESC: Presidente da CUT/SC critica reforma da Previdência

(Texto: Lisandrea Costa – Foto: Eduardo G. de Oliveira/Agência AL)

A presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Santa Catarina, Anna Júlia Rodrigues, utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa, em intervalo da sessão ordinária desta quinta-feira (15), para questionar os argumentos governamentais sobre a reforma da Previdência. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que altera regras da seguridade social, está pronta para ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados.
“O golpe que levou governo Temer ao poder apresenta todos os dias retirada de direitos dos trabalhadores. Passamos pela reforma trabalhista, pela terceirização e hoje vivemos o ataque à previdência pública, propagandeado pelo governo como sendo a melhor coisa para os trabalhadores. Sabemos que isso não é verdade. A reforma não ataca os privilegiados, aqueles que recebem os melhores salários, mas os trabalhadores”, discursou Anna Júlia. A líder sindical frisou que receber salário mínimo não é privilégio. “Temer continuará ganhando sua aposentadoria de R$ 45 mil. Meirelles continuará recebendo R$ 250 mil de aposentadoria. Isso sim é privilégio.”
Conforme a sindicalista, o governo Temer já liberou milhões em dinheiro para comprar o apoio de deputados e senadores e gasta outros milhões nos meios de comunicação “para fazer propaganda enganosa”. Enquanto isso, se mantém conivente com os grandes devedores da Previdência. “A CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] da Previdência constatou R$ 500 bilhões em dívida. Esse é o valor que o governo deixou de arrecadar nos últimos 15 anos. Os trabalhadores não devem para a Previdência, quem mais deve são as grandes empresas e os bancos”, disse Anna Júlia. Na avaliação dela, o maior problema da previdência não é déficit, mas má gestão e anistia da sonegação.
Pelas novas regras previstas na PEC, nenhum trabalhador atingirá a idade mínima e o tempo de contribuição para se aposentar com o benefício integral, de acordo com Anna Júlia, que citou as mulheres e os trabalhadores da agricultura familiar entre os mais prejudicados pelas mudanças. “A reforma vai aumentar ainda mais a pobreza. Municípios pequenos vão falir porque têm na Previdência a principal fonte de recursos em circulação.”
No final de seu pronunciamento, Anna Júlia informou que ocorrerá greve nacional na próxima segunda-feira (19) e convocou trabalhadores e trabalhadoras a participarem de atos de protesto que ocorrerão nos principais municípios do estado.

Opinião dos parlamentares
O deputado Roberto Salum (PRB) disse que o brasileiro tem dificuldade de entender quais serão os ganhos e as perdas com a reforma em andamento e disse que ele mesmo gostaria de saber como será impactado pelas medidas.
O líder do PT, deputado Dirceu Dresch, autor do ofício que possibilitou a participação da presidente da CUT/SC na sessão, afirmou que a mobilização da próxima segunda-feira é o único caminho. “As manifestações no carnaval mostraram que a sociedade não está aceitando essas mudanças. Para acabar com os privilégios é preciso começar por cima.” O deputado afirmou que a reforma não é séria porque não mexe nas altas aposentadorias do Judiciário e dos oficiais militares. “É preciso defender com unhas e dentes os nossos agricultores e as mulheres, que serão os mais prejudicados com isso que não chamo de reforma, mas de destruição, porque reforma é feita para melhorar.” Dresch sugeriu que a sociedade cobre posição dos deputados federais catarinenses que querem votar favoravelmente à proposta.
Neodi Saretta (PT) acrescentou que as mulheres, as mais prejudicadas com a reforma da Previdência, estão na linha de frente nas mobilizações e disse que o carnaval, “ao contrário de anestesiar o povo, foi um estimulante para demonstrar a insatisfação popular com o rumo que as coisas estão tomando no Brasil”.